Nascido em 28 de maio de 1926, baiano, professor aposentado, fundador do CEPA (Círculo de Estudos Pensamento e Ação), no auge da mais lúcida capacidade congnitiva, decide emitir suas opiniões no blog Caetano Barata. Pequena Análise de Princípios do CEPA
Quando, em 51, estruturamos, de fato, a organização cultural e social CEPA, cujo visionamento se inicia em 49, deliberamos que o Círculo de Estudo Pensamento e Ação seria, como tem sido, movimento destinado a preparar, de modo todo especial e particular, a juventude, para os mais variados campos da cultura política, literária, social e humanista. Dentor do pressuposto do belga Joseph CArdijn, fundador internacional da JOC, que conhecemos pessoalmente em São Paulo, em 49, o CEPA não é de elite, no sentido classical e burguês, mas voltado para a massa e para as camadas médias em empobrecimento, de modo a ser, realmente, elite da massa. Não é desprezo à elite, mas compreensão, dede aquele que já longínquo tempo, da ascensão mundial da nova classe, a trabalhadora, sem nenhum endeusamento, porém, dela.
De igual modo, o CEPA não seria (não é) “arte pela arte, política pela política, estética pela estética, cultura pela cultura. Ambiciona fazer política de princípios, deixando, todavia, que seus militantes, vocacionados se forem, tomem, segundo o caso, os caminhos mais próprios de sua identidade psicológica-política.
Preparou, assim, jovens, adultos também, para um trabalho, ainda aqui, segundo Cardijn, adotando a trilogia – Ver, Julgar, Agir, método fundamental. Uma elite, pois, tirada da massa, provinda da elite da massa, elite em função da massa, colocando-se em dinamismo criativo.
Quer o CEPA o jovem burguês ao lado do operário, o comerciário e o industriário junto ao universitário e ao secundarista, sem superioridade de classe, o capitalista com o burguês, o empresário com o trabalhador. Pois assim verão o futuro histórico e humano, internacional e nacional, como sendo uma sintetização classista. Uma novidade em termos de pensamento e realidade nacionais. Um solidarismo ativo.
Posts de Agosto 10th, 2007
Germano Machado – Escritor
Publicado por Caetano Barata em 10/08/2007
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Germano Machado – Escritor
Publicado por Caetano Barata em 10/08/2007
Nascido em 28 de maio de 1926, baiano, professor aposentado, fundador do CEPA (Círculo de Estudos Pensamento e Ação), no auge da mais lúcida capacidade congnitiva, decide emitir suas opiniões no blog Caetano Barata. Pequena Análise de Princípios do CEPA
Quando, em 51, estruturamos, de fato, a organização cultural e social CEPA, cujo visionamento se inicia em 49, deliberamos que o Círculo de Estudo Pensamento e Ação seria, como tem sido, movimento destinado a preparar, de modo todo especial e particular, a juventude, para os mais variados campos da cultura política, literária, social e humanista. Dentor do pressuposto do belga Joseph CArdijn, fundador internacional da JOC, que conhecemos pessoalmente em São Paulo, em 49, o CEPA não é de elite, no sentido classical e burguês, mas voltado para a massa e para as camadas médias em empobrecimento, de modo a ser, realmente, elite da massa. Não é desprezo à elite, mas compreensão, dede aquele que já longínquo tempo, da ascensão mundial da nova classe, a trabalhadora, sem nenhum endeusamento, porém, dela.
De igual modo, o CEPA não seria (não é) “arte pela arte, política pela política, estética pela estética, cultura pela cultura. Ambiciona fazer política de princípios, deixando, todavia, que seus militantes, vocacionados se forem, tomem, segundo o caso, os caminhos mais próprios de sua identidade psicológica-política.
Preparou, assim, jovens, adultos também, para um trabalho, ainda aqui, segundo Cardijn, adotando a trilogia – Ver, Julgar, Agir, método fundamental. Uma elite, pois, tirada da massa, provinda da elite da massa, elite em função da massa, colocando-se em dinamismo criativo.
Quer o CEPA o jovem burguês ao lado do operário, o comerciário e o industriário junto ao universitário e ao secundarista, sem superioridade de classe, o capitalista com o burguês, o empresário com o trabalhador. Pois assim verão o futuro histórico e humano, internacional e nacional, como sendo uma sintetização classista. Uma novidade em termos de pensamento e realidade nacionais. Um solidarismo ativo.
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