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Posts de Agosto, 2007

Em discussão a criação divisão do Estado da Bahia

Publicado por Caetano Barata em 29/08/2007

Começa o burburinho em torno da criação do Estado do Rio São Francisco, projeto do PDCL 631/1998 da Câmara dos Deputados de 27/03/2005 deverá entrar nos próximos meses em votação. O estado seria formado pelos municípios de Barreiras, São Desidério, Angical, Baianópolis, Santa Maria da Vitória, Cristópolis e Cotegipe dentre outros nos quais o agronegócio tem grande valoração internacional.

Esse é o texto do Requerimento:

PDC 631/98, do Sr. Gonzaga Patriota, que dispõe sobre a realização de plebiscito para a criação do Estado do Rio São Francisco e seu apensado, o PDC 384/03, do Sr. Gonzaga Patriota e outros, que convoca plebiscito para a criação do Estado do Rio São Francisco.

Veja o texto na íntegra no link abaixo da Câmara:

http://www.camara.gov.br/sileg/integras/308716.pdf

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Controlar aquecimento custa US$ 200 bilhões

Publicado por Caetano Barata em 29/08/2007

Da France Presse

Mais de US$ 200 bilhões em investimentos serão necessários até 2030 apenas para manter a emissão de gases do efeito estufa nos níveis registrados hoje, de acordo com um relatório da ONU sobre o aquecimento global divulgado nesta terça-feira em Viena.

Segundo o documento, elaborado pela Agência de Mudanças Climáticas das Nações Unidas (UNFCCC), “será necessário um investimento global e um aporte financeiro da ordem de US$ 200-210 bilhões até 2030 para que as emissões de gases do efeito estufa retornem aos níveis atuais”.

Durante a apresentação do relatório, o secretário executivo da UNFCCC, Yvo de Boer, afirmou que encontrar “uma resposta econômica” era vital para reverter as conseqüências do aquecimento global.

A UNFCCC realiza nesta semana uma conferência em Viena com representantes de governos, da indústria e de instituições de pesquisa como parte dos preparativos para um grande encontro em Bali, na Indonésia, que em dezembro reunirá 191 membros para discutir compromissos ambientais depois de 2012, quando expira o Protocolo de Kyoto.

Deverão ser invertidos no combate às mudanças climáticas entre 0,3% e 0,5% do PIB global e entre 1,1% e 1,7% dos investimentos globais, segundo estimativas do relatório da ONU.

Apesar da necessidade de mais fontes de financiamento, “uma parte substancial do investimento adicional necessário poderia ser coberta pelas fontes atualmente disponíveis”, sugere o texto.

O objetivo é “direcionar os fluxos financeiros e de investimento para novas instalações menos agressivas ao clima e mais flexíveis”. Isso inclui investimentos na área de pesquisa de novas tecnologias, energias limpas e renováveis para os transportes, a indústria e a construção civil, além de formas de exploração sustentáveis da floresta.

“A eficiência energética é a maneira mais promissora de reduzir as emissões de gases do efeito estufa a curto prazo”, disse De Boer. Determinados setores nos países em desenvolvimento também deveriam receber financiamentos para reduzir atividades que possam colaborar para o agravamento das mudanças climáticas.

Uma forma de geral renda adicional é o programa de créditos de carbono do Protocolo de Kyoto. Através deste mecanismo, os países industrializados investem em projetos para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa nos países em desenvolvimento, sendo assim autorizados a estourar sua própria cota de poluição.

Uma taxa internacional sobre o tráfego aéreo — uma idéia que tem provocado reações raivosas por parte da indústria da aviação — também poderia arrecadar entre 10 e 15 bilhões de dólares, comentou De Boer. O relatório foi feito em colaboração com outras agências da ONU, instituições financeiras internacionais, organizações não-governamentais (ONGs) e representantes do setor privado.

O texto faz um apelo para que todos os países adotem políticas comuns de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias, além de estabelecer padrões de eficiência internacionais para aparelhos elétricos.

De Boer afirmou ainda que o documento “envia um sinal para as pessoas, os governos que irão projetar a arquitetura de um futuro com mudanças climáticas, em termos de áreas nas quais eles precisam atuar”.

Mais de mil representantes passarão por Viena esta semana para participar das negociações da UNFCCC. Os níveis atmosféricos de dióxido de carbono (CO2), o principal gás causador do efeitp estufa, já aumentaram em cerca de um terço desde o início da Revolução Industrial, no século XVIII.

Ao longo dos últimos cem anos, a temperatura média global do ar subiu aproximadamente 0,75 graus Celsius, causando o derretimento de geleiras, a redução da calota polar do Ártico e a diminuição drástica do permafrost, alertou o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU (IPCC) no início deste ano.

Especialistas da agência prevêem um aumento entre 1,1 e 6,4 graus Celsius, dependendo das quantidades de CO2 liberadas ao longo deste século. Enchentes e secas terão grande impacto na agricultura, e há um grande risco de tempestades cada vez piores, afetando cidades costeiras.

Isso tudo depende em grande parte do que será feito em relação aos combustíveis: a maior fonte de CO2 é a poluição gerada pela queima de óleo, gasolina e carvão. Reduzir essa poluição através da eficiência energética e da popularização de fontes de energia limpa é o grande desafio da sociedade – mas isso terá um custo.

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Sarkozy quer que o G8 se torne G13 e inclua o Brasil

Publicado por Caetano Barata em 28/08/2007

Da AFP


O presidente francês, Nikolas Sarkozy, manifestou nesta segunda-feira, durante a abertura da 15º Conferência dos Embaixadores em Paris, seu desejo de que o G8, grupo que reúne os países mais industrializados do mundo, “se torne G13″, e que dele participem Brasil, China, Índia, México, e África do Sul.

“O diálogo mantido com os mais altos dirigentes de China, Índia, México e África do Sul durante as recentes cúpulas do G8 deveria ser institucionalizado”, declarou o presidente francês.

“Quero que o G8 se converta em G13″, acrescentou.

“Tanto os acordos econômicos, como a necessidade de uma cooperação estreita entre os países industrializados e os grandes países emergentes na luta contra a mudança climática justificam esta evolução”, disse.

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