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Posts de Maio 4th, 2009

Rubens Barrichello compara Fórmula 1 a tênis e diz que pode vencer Jenson Button

Publicado por Caetano Barata em 04/05/2009

Brasileiro afirma que tem condições de reverter vantagem do companheiro

GLOBOESPORTE.COM Berlim, Alemanha

“Sou brasileiro e não desisto nunca”. O slogan usado pelo governo federal durante o primeiro mandato do presidente Luis Inácio Lula da Silva parece ser a frase inspiradora de Rubens Barrichello. O piloto da Brawn GP tem, em 2009, a grande chance da sua carreira, até hoje, para ser campeão, mas não tem conseguido superar seu companheiro de equipe, Jenson Button.

O inglês lidera a temporada com 31 pontos, 12 a mais que o ex-piloto da Ferrari. Esta desvantagem, porém, não assusta Barrichello. O brasileiro compara o automobilismo ao tênis e confia em seu potencial para tirar a vantagem do britânico.

- Corrida de carro não é como o tênis. Não é como se você estivesse no terceiro set, numa partida melhor de cinco, depois de ter perdido os dois primeiros por 6/0. Eu sei, pelos últimos três anos, que posso ser mais rápido que Jenson (Button) – afirmou à revista alemã “Auto Motor und Sport”.

O atual vice-líder do mundial não vê esta como sua última temporada na Fórmula 1. O piloto da Brawn GP, que foi considerado aposentado por muitos ao fim do campeonato passado, assume que ainda pretende correr mais alguns anos.

- Quem sabe? Talvez eu pilote mais dois ou três anos. Na minha vida eu sempre pensei positivo e tenho certeza de que esta atitude foi o que me trouxe até onde cheguei – disse.

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Em iniciativa verde, Google substitui cortadores de grama por bodes

Publicado por Caetano Barata em 04/05/2009

Animais comem mato e fertilizam áreas da sede em Mountain View.
Um cachorro da raça border collie monitora os cerca de 200 bodes.

Do G1, em São Paulo

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Casal homossexual tenta registrar gêmeos com duas mães em SP

Publicado por Caetano Barata em 04/05/2009

Mulher e companheira querem certidões de filhos com dupla maternidade.
Advogada vai pedir tutela antecipada para apressar autorização.

Roney Domingos Do G1, em São Paulo

A mãe homossexual que deu à luz um casal de gêmeos na quarta-feira (29) no Hospital Santa Joana, em São Paulo, vai novamente à Justiça nesta segunda-feira (4) para pedir o direito de registrar seus filhos com duas mães: ela mesma e sua companheira, que doou óvulos para fertilização in vitro.

Os bebês _uma menina de 2,750 kg e um garoto de 2,415 kg_ são filhos de Adriana Tito Maciel. A mãe, homossexual, recebeu os óvulos de sua companheira, Munira Kalil El Ourra, que se submeteu a uma inseminação artificial. O nome do pai que doou o sêmen para fecundação não pode ser conhecido.

Adriana teve alta no sábado (2) e falou ao telefone com o G1 enquanto amamentava as crianças. Ela passou o domingo (3) em sua casa, em Carapicuíba, na Grande São Paulo, com as crianças. Munira – a mãe que doou os óvulos – acompanha tudo de perto.

“O trabalho é grande, temos de nos revezar para cuidar das crianças à noite, mas é um momento de realização para o qual nos preparamos. É um sonho antigo de nós duas. É indescritível a sensação de ser mãe. É ótimo pegar filho no colo. É um cansaço gostoso”, afirmou Munira.

Há cerca de um mês as mães deram início a uma ação declaratória de filiação no Fórum de Santo Amaro, na Zona Sul da capital. A advogada das duas, Maria Berenice Dias, diz que o processo com essas peculiaridades _gestação comungada entre parceiras sexuais_ é inédito. O caso foi divulgado anteriormente pela Revista Época.

A decisão judicial não chegou antes do parto e a advogada até considera a demora natural, diante da complexidade do processo. Agora, sob a pressão de registrar as crianças o mais rápido possível, já que nasceram há quase uma semana, a advogada vai entrar com pedido de tutela antecipada, para apressar a autorização.

Dupla maternidade

Maria Berenice, no entanto, considera prioritário que as crianças tenham dupla maternidade, uma vez que foram geradas por decisão do casal, em comum acordo. “Se não colocarmos as crianças em nome das duas, elas, as crianças, poderão ficar vulneráveis no futuro”, afirmou.

De acordo com a advogada, a Justiça tende a dar o registro para a mulher cujos óvulos foram fecundados. “Se elas não fossem mães homossexuais, tenho certeza de que o registro das crianças iria para o nome de Munira”, afirma. A advogada quer que o nome das duas conste na certidão de nascimento sem especificação de quem é a mãe biológica. “No registro deve ficar filho de Adriana Tito Maciel e Munira Kalil El Ourra”, afirmou a defensora.

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