Artigo da Semana
O artigo da semana publicado aos sábados, fundamentado em fato novo ou em tema atual. Como o blog não é uma empresa com remuneração, não podemos deixar de “correr atrás” para preparar o texto. Entretanto, a nossa vontade de que a RMS – Região Metropolitana de Salvador – leia e saiba que existem pessoas pensando, estamos dando a nossa contribuição para a história de nosso futuro. O Blog do Barata Vontade de viver – O medo não nos faz sentirmos vivos Da Lei Eusébio de Queirós ao Estatuto da Igualdade Racial A inveja quando não mata aleija Entre o Jornalismo e a cozinha Incentivando a mulher a ser mulher Depois da brincadeira, o respeito Entendendo a Personalidade Antissocial Da Lei Áurea ao Estatuto da Igualdade Racial Quem é melhor: o gato ou o rato? Aviso aos baianos torcedores do BA-VI
Chamados para defesa do Evangelho (Fl. 1:16)
Nossa música – Frenesi destruidor Marina Garnero – Entre o boletim de ocorrência e a morte Obama calado, significa reprovação Por favor, há vagas para Juízes Combatendo a violência contra a mulher A família – A Educação adestra e normaliza Aceitando a Palavra de Deus, aceitamos a palavra do irmão O voto – direito, devido e obrigado A Teologia e o diálogo político em foco Nossas escolhas: Obedecer ou sacrificar? Uma Presidência, disputas infindáveis Gestão pública sem diálogo é pacote pronto Entre o subliminar e a burrice Louvor ao diálogo na revista Ultimato Sorrindo da miséria dos outros O livre Arbítrio, a bênção e a maldição Administrando o bom planejamento Entre o Tribunal de Deus e o Tribunal dos Homens Preocupação inútil com o efêmero Mudando atitudes, mudamos o ano Os costumes, a nova circuncisão A Insensatez não tem residência fixa Os pais ensinam, os filhos seguem se quiserem Dia da Consciência Negra com matizes sociais e econômicas Vontade de viver – O medo não nos faz sentirmos vivos
A depressão já é considerada a doença do século. Podemos observando as deficiências atuais, considerarmos as diversas ramificações desta crise internacional humana. Alguns temem sair à noite, uns temem a morte; outros temem lugares fechados e assim o pânico está estabelecido como inimigo do homem moderno.
Chardin já havia mencionado o medo de viver. E estas ramificações da depressão na verdade são crias deste medo. Palavras de derrota, ausência de vontade de levantar da cama, ausência de vontade de sair de casa, vontade de morrer. Todos esses e outros sentimentos são espelhos do medo de enfrentamento do outro, com suas atitudes imprevisíveis.
Enquanto, os presunçosos usam a arrogância e a prepotência tentando passar por sobre o outro como um rolo compressor, o depressivo faz como um jabuti: coloca sua cabeça dentro do casco ao sinal de alerta ou perigo. Como não ser assim? Usando força interior, acreditando em si mesmo, sem considerar o outro mais, ou melhor, nem considerar que o outro está por cima e nem mesmo contra.
Cabe aos pais e mães, maridos e esposas apoiarem a autoestima, ajudando a trabalhar a capacidade de aceitação positiva de cada filho ou cônjugue para enfrentamento deste caos urbano, social e até humano contra todo sequestro sentimental e mental em contraste com a libertação e satisfação da força vital chamada: vontade de viver. Caetano Barata Da Lei Eusébio de Queirós ao Estatuto da Igualdade Racial
“As correntes da escravidão só prendem as mãos. É a mente que faz livre o escravo.” (Franz Seraphicus Grillparzer)
Quando em 04 de setembro de 1850 foi aprovada a Lei Eusébio de Queirós, iniciou-se o primeiro passo para a finalização do sistema escravocrata. Não em consideração à raça negra, mas por interesses econômicos, em face da revolução industrial na Inglaterra, naturalmente, o sistema de mão de obra escrava prejudicaria a venda das máquinas recém descobertas. Sequentemente, a Lei do Ventre Livre do Visconde do Rio Branco, pai do Barão do Rio Branco, foi outro passo importante, uma vez que a criança nascida já não era mais escrava. Daí, as cortes imperiais começaram a discutir o problema da escravidão em vista dos prejuízos à Inglaterra e a França. Há 20 ou 30 anos, poderíamos observar nos anúncios de vagas de emprego no final das exigências, o quesito “boa aparência” ou ainda “precisa-se de babá cor clara e meia idade” (Jornal do Brasil, 09.11.1971). A inexistência hoje dessa exigência é conclusão de mais um estágio do fim da Escravatura. Podemos constatar a tentativa de estereotipização da raça negra, quando nos censos nacionais utilizam-se a nomenclatura, preto. Temos consciência de que o Estado, os intelectuais e a sociedade dominante podem construir ou desconstruir a ideia de raça. Hoje, esperamos uma Princesa Isabel que aprove o Estatuto da Igualdade Racial. Lamentavelmente boa parte dos negros não valorizam o dia 13 de maio e o ato da assinatura da Lei Áurea. Imaginemos nos debates sobre o fim da escravidão, alguns contrários à liberdade não comprada, utilizando-se o argumento de que em algum momento da história poderiam ter que responder a questão de como se sentir livre, se esta liberdade não foi comprada legalmente. Ainda hoje, podemos considerar alguns defensores contrários “a cota” como desses contrários a liberdade dada pela Monarquia. Apesar de o termo “Cota” ser inapropriado, observemos quantos malogrados conseguiram ser aprovados em concurso de escola superior federal e não conseguiram pagar suas contas particulares, tendo seus lares desfeitos e ainda, por piorar, não conseguiram concluir o curso de nível superior. Quando analisamos o preconceito racial da óptica da capacidade, concluiremos que essa não importa sem a oportunidade. E é essa oportunidade que deve interessar, quando questionamos o fim do modelo escravista e partimos para um modelo capitalista que também usufrui de uma mão de obra que não tem opção, quando não aceita o sistema semiescravo; há muitos outros à disposição de submeter-se pela implacável dinastia da oferta versus procura. A instituição da expressão racismo como atitude contrária a raça já se constituiu numa tentativa de desconstrução do valor de cada indivíduo em suas idiossincrassias. Quando queremos defender a opinião do islã, dizemos Islamismo; quando defendemos os ensinamentos de Cristo, dizemos Cristianismo; mas se formos defender a valoração de uma raça, não temos conceito por que este foi destruído pelo através das diversas ferramentas setoriais: música, literatura e pensamento social. Na música temos o clássico de Lamatine Babo e dos irmãos Valença: “o teu cabelo não nega”. O teu cabelo não nega, mulata Porque és mulata na cor Mas como a cor não pega, mulata Mulata eu quero o teu amor Quem inventou teu pancadão Fez uma consagração E a luz te beijando fez careta Porque mulata tu não és desse planeta Quando meu bem vieste à terra Portugal declarou guerra E a concorrência foi colossal Vasco da Gama contra o batalhão naval Tens sabor bem Brasil Tens alma cor de anil Mulata mulatinha meu amor Fui nomeado o teu tenente interventor. A cor nesta música é patológica, “ela não pega”, não é contagiosa. A mulata é apenas um objeto sexual. Pensamento social Nina Rodrigues, no livro “Raças Humanas e Responsabilidades Penais”, afirma: “O estudo das raças inferiores tem fornecido à ciência exemplos bem observados dessa incapacidade orgânica” (p.33) “A sensualidade do negro pode atingir então as raias quase das perversões sexuais mórbidas” (p. 146) “… A criminalidade no mestiço brasileiro é, como todas as outras manifestações congêneres , sejão biológicas ou sociológicas, de fundo degenerativo e ligada as más condições antropológicas do mestiçamento no Brasil” (p.158) E, finalizando, Afonso Arinos de Mello Franco, na sua obra “Conceito de Civilização Brasileira”, onde o autor desenvolve ideias racistas desfavoráveis ao negro, afirma: “As crendices bárbaras, elementares, da África, vinham do continente negro acompanhando o gado humano da raça inferior” (p. 208). Na literatura, em “Jubiabá”, de Jorge Amado se pode ler: “Ela rebola as ancas (…). Desapareceu toda, só tem ancas. As suas nadegás enchem o circo do teto até a arena. Rosenda Rosedá dança. Dança mística de sua cemba, sensual como dança da floresta virgem (…). A dança é rápida demais e elas são dominadas pela dança. Não os brancos que continuam nas coxas, nas nádegas, no sexo de Rosenda Rosedá. Mas os negros sim… dança religiosa dos negros, macumba, deuses da caça e da bexiga, a saia voando, os seios saltando”. Quando questionamos um outdoor em Salvador, apenas com modelos brancos ou negros, já constitui um raciocínio preconceituoso. Quando observamos a inexistência de médicos negros na rede privada de saúde já constitui um olhar preconceituoso. Em si, é nisto que se baseia a lógica da aparência. Somos racistas, não. Temos deslises no conceito dialético dos racistas… Caetano Barata Visão cultural de um país
Ditadura é o sistema de governo no qual o que não está proibido é obrigatório.” (Enrique Jardiel Poncela)
Quando o Brasil pleiteia uma posição de participante das Organizaçoes das Naçoes Unidas – ONU, meta pessoal do Presidente da República, é necessário que demonstre não só que venceu a grande crise depressiva na economia e que vai relativamente bem no assunto, mas que tenha uma visão daquilo que se chama cultura comportamental dos povos e entre os povos.
É necessário que os chamados estrangeiros, americanos, europeus, africanos e asiáticos tenham uma visão de como é a cultura e as formalidades de todo tipo, culturais, religiosas, sociais, comunitárias, a fim de que não desrespeitem ao nosso povo, ou seja, à nação brasileira. Somos um país de 8 milhões e 500 mil km, suas linhas fronteriças é de 16.400 quilômetros, portanto, um país continental; do ponto de vista racial, se somos historicamente tendentes à negritude e a miscigenação, por outro lado possuímos, aqui descendentes de todas as nações européias e, já agora, também, asiáticas, vietcongues, chineses, japoneses. E, que em nossos órgãos de administração nacional e estadualmente, temos pessoas como japoneses em posições de mando e de comando. A PETROBRAS é um organismo econômico de alto nível e já agora com o pré-sal, poderemos, se tivermos capacidade e não nos deixarmos levar por organizações internacionais ambiciosas, tudo temos para ser uma grande potência. Não se pode mais cometer o erro que americanos e outros o faziam dizendo: Brasil, capital Buenos Aires.
O Brasil tem a maior floresta mundial, Amazônia brasileira, que é cobiçada para ser internacionalizada, pórem nós brasileiros saberemos repelir, mantendo os Estados do Amazonas, Roraima, Amapá em progresso e vigiando as nossas fronteiras este é um exemplo. Como também podemos ver que o agro-negócio brasileiro é um dos mais importantes do mundo, no sentido de produção de alimentos de toda espécie.
Assim, aos de fora e aos de dentro, nós brasileiros deveremos tomar consciência que somos um país, uma pátria e uma nação que deve ser projetada através da nossa competência em todos os setores, econômicos, sociais, educacionais, culturais uma vez que a violência estabelecida em grande parte é fruto da miséria de muitos em confronto com a riqueza de poucos. E por que assim é? Porque temos um povo analfabeto, a escola pública não tem valor hoje e o governo precisa olhar que o bolsa família e que tais, tem validez mais precisam fazer com que os cidadãos recipientes se transformem em pessoas competentes e que possam viver uma vida educada, positiva, limpa, ordeira; em suma, uma gente de bem.
E que os de bens, saibam que quando as elites não compartilham ficam ameaçadas com a violência terrível que se estabelecem no Rio, São Paulo e em Salvador, e assim falamos para que se prepare um país e um povo que sejam vistos exteriormente como capacitados para a vida na comunhão internacional. Só assim, poderemos chegar a ONU e aos grandes órgãos do Primeiro Mundo, porque nos respeitamos, somos respeitados, queremos ser respeitados e alteamos a nossa bandeira, não somente no dia 7 de setembro, nem só com o grito dos excluídos, mas com um povo, uma gente determinada a ser entendida por todos. É o apelo que lhes faço caros leitores, leitoras, meus concidadãos.
Enfim, os meios de comunicação têm divulgado o fato do estrangeiro italiano que beijou sua própria filha na boca no Brasil. O que não está de acordo com o tipo cultural brasileiro, que ele deveria conhecer. O que nos leva a questionar: de onde ele tirou que essa cultura é aceitável entre nós? É apenas, um exemplo de como devemos nos preocupar com a imagem do Brasil de dentro para fora e de fora para dentro.
Caetano Barata – caetanobarata@gmail.com A inveja quando não mata aleija
Ninguém é realmente digno de inveja, e tantos são dignos de lástima! (Arthur Schopenhauer)
Se há um sentimento mordaz e assassino é a inveja. Ao contrário do que muitos pensam e em nossa cultura de supertições tanto se alardeia, a inveja é um mal danoso que apenas corrói seu possuidor.
Se é desgosto ou infelicidade de quem possui esse mal, esse vírus da personalidade, não nos prendemos a isso. Questionamos a necessidade preemente de que o possuidor de tal sentimento, em algum momento de sua vida, se dê conta de tal complexo de inferioridade, podendo ser consciente ou inconsciente.
Quando conceituado como mordaz, este mata e tem prazer com suas colocações irônicas tentando diminuir aquele bem da vítima que lhe produz a inveja do outro.
O assassino é metafórico, mas, na nossa cultura, afirmamos: inveja mata. E já afirmamos: “Não elogia meu canário para ele não morrer”. Mas, será mesmo?
A inveja, segundo o dicionário Aurélio, “é o desgosto ou pesar pelo bem ou felicidade de outrem. O desejo violento de possuir o bem alheio”. E assim, podemos avaliar quantas vezes somos vítimas desse mal invisível, cruel, desestruturador e infeliz; além de levar a destruição de sua própria vida, ainda leva a infelicidade à vida de muitas outras pessoas.
Pareceria-nos subjetivo se a vida não nos demonstrasse pessoas felizes, estruturadas, equilibradas e estáveis sendo arrancadas de seu convívio social por um observador que inveja aquele status, aquele afeto, aquele carinho. Aí, sim, transtornando a pessoa, faz brotar a inveja que quando não mata aleija. Caetano Barata O momento da adversidade
“Na prosperidade é muito fácil encontrar amigos, na adversidade não há nada mais difícil. (Epiteto)
Há inúmeros momentos difíceis, mas não há um momento mais duro do que o momento da adversidade. Sabemos que as adversidades fazem parte da graduação da faculdade da vida. A matéria mais difícil é quando temos um amigo sendo acusado de erros que não temos como provar a inocência e nem defendê-lo sem nossa possível complicação no erro do amigo.
A inexistência de provas dos erros de nosso amigo pode nos fazer esboçar algum argumento. Com o passar do tempo e com a força das argumentações, temos as nossas forças abaladas e nossas convicções afetadas nas suas colunas principais: confiança e verdade.
A despeito de nossa confiança em alguém, ela está susceptível aos erros, isso é inegável. Na nossa posição de amigo não deveríamos entregá-lo as suas providências ou desventurada sorte na ladeira íngreme das acusações veementes, num curso voraz de degradação.
Os verdadeiros amigos são provados quando há situação difícil e de adversidade clara. Talvez seja por essa razão que a Bíblia, o livro mais lido em todo o mundo, adverte nas palavras de Jesus: amai ao próximo como a ti mesmo. E mais, ainda sugere: amai vosso inimigo. Caetano Barata Entre o Jornalismo e a cozinha
“A coisa mais importante na cozinha é a lixeira e precisa estar localizada no centro.” (Donald Knuth)
Enquanto fizermos comparações entre distintas atividades, funcionalidades e considerarmos as pessoas iguais sem o ser e os níveis de dificuldades, atenção e até de possibilidade de domínio fenomenal como uma unicidade, cairemos em discussões tolas e levantando questões frágeis, futéis e ofensivas a inteligência de cada um, descambando para o desrespeito.
Naturalmente, seria ilógico e ofensivo abrirmos uma Faculdade do Acarajé ou exigirmos um certificado de nível superior para um Mestre de Capoeira ensinar sua prática na comunidade em que ele vive e já se dispõe a ensinar sua arte de forma academica, lúdica, didática e irrefutavelmente obtendo resultados incomparáveis diante das estatísticas academicistas.
Sabemos que o brasileiro tem um gingado com a bola nos pés, um toque no sabor inexplicável na sua culinária pluralista; uma aptidão inata para a comunicação, acolhendo e se inserindo em comunidades como se já estivesse participando dela há anos.
Sendo assim, não somente o baiano mas, o brasileiro de modo geral tem dentre todas as suas comunidades indivíduos que não foram à Academia e possuem um traço artístico irrepreensível, seja ele nas artes plásticas, na música, na dança, nas ciências exatas, na culinária, no jornalismo e nos esportes como se já tivessem nascido atuando naquelas práticas.
Neste aspecto defendo uma faculdade aberta. Conheço pessoas que são ótimos guitarristas, excelentes contra-baixistas e não perguntem a eles quanto é a raiz quadrada de B ao quadrado menos quatro A vezes C, porque eles mal sabem assinar o nome. Nasceram para música, já viajaram para a Europa e falam tão bem outro idioma que é ofensivo dizer-lhes: onde está seu certificado? Na minha modesta opinião, a Faculdade é lugar de aperfeiçoamente e não o lugar de forçosamente forjar um dom ou talento que não se possui. Caetano Barata Incentivando a mulher a ser mulher “A violência é o último refúgio do incompetente.” (Isaac Asimov)
A canção de Carlos Lyra – O negócio é Amar e Mulheres de Atenas, de Chico Buarque me fazem pensar na ideia do amor atual, quando comparado com os amores antigos e medievais. Pessoalmente, sempre faço afirmações anti-cristãs nesse aspecto: “mulher está dando acima do joelho”, “com tanta mulher no mundo… um homem decide ser preso ou morrer”. É sinal de pouca inteligência se sacrificar por quem não lhe quer.
O romantismo, o amor platônico, são produtos em desuso nas pratileiras de nossa sociedade. Enfim, partamos para o lírico:
Carlos Lyra inicia sua canção afirmando: “Tem gente que ama, que vive brigando e depois que briga acaba voltando”. A deselegância durante um diálogo é razoalvemente aceitável, perdoável… mas, depois que se vai esbravejando e batendo à porta, não entendo como ainda acreditam em juras de amor e se aceita um reconhecido desamor.
Lá no meio da terceira estrofe, ele dispara: “Tem homem que briga pela bem-amada, tem mulher maluca que atura porrada”. Não acreditamos, mas é verdade. Alguns acusam a falta de condições financeiras, entretanto, muitas bem-sucedidas são vítimas de seus amores-algozes; presas de seus samurais.
Na canção Mulheres de Atenas, repete-se o mesmo elo amor-submissão fatídico, como se o outro ou o ser não fosse capaz de viver sem o um. As mulheres de Atenas vivem pros seus maridos. (Embriagados, desempregados, irresponsáveis). E muitas ainda vivem assim: se perfumam se banham, se arrumam quando são amadas; não choram, se ajoelham, pedem, imploram mais duras penas quando são fustigadas (algumas nem apanharam do pai, apanham de homens estranhos). Sofrem por seus maridos que retornam sedentos, querendo arrancar violentos, carícias plenas, obscenas, elas despem-se pros seus maridos (a violência física é um fim de outras tantas existentes, principalmente o sequestro psicológico). Enfim, elas geram pra eles novos filhos. Não têm gosto ou vontade, nem defeito, nem qualidade, têm medo apenas (a essa altura, já é um filme macabro de drama e terror), não têm sonhos, só têm presságios, quando viúvas vestem negro e se conformam e se recolhem (estão livres, porém marcadas para sempre).
Algumas levaram a sério os conselhos dos autores: O negócio é amar e Mirem-se nas Mulheres de Atenas. Mas, não considerou o direito à liberdade, ao amor, ao respeito, afeto e dignidade. E nossa sociedade durante muito tempo compôs temas horrendos: tudo se resolve na cama, em briga de marido e mulher não se mete a colher, o marido não sabe por que bate, mas, a mulher sabe por que apanha. Agora os valores mudaram. Após, o sacrifício de muitas Amélias, Rosas e Marias da Penha. Incentivemos a mulher que é agredida a denunciar seu companheiro aos amigos, aos pais, aos irmãos, à polícia e a não aceitar essa ultrajante relação que não se insere em nenhum valor de amor a si mesmo. Caetano Barata O bowling ou boliche é um esporte cujo objetivo é, usando uma bola pesada, derrubar uma série de pinos que estão ao fundo de uma pista. Costumo dizer que preferimos mais encarar os pinos do boliche como sendo bonecos. Neste mundo de intensa comunicação não será dificil fazer uma correlação entre o esporte que derruba bonecos com a mais antiga das brincadeiras: deixar alguém sem graça. O mais badalado e desagradável nas escolas de todo o mundo: o “Booling”.
“Booling” – vem da língua inglesa e tem como consideradas ações de sua expressão, as atitudes de piadas e chacota. Em si, ele se fundamenta, quando insistentemente uma pessoa ataca moralmente a outra com frequência. A preocupação para professores, pais e pesquisadores da pedagogia e da psicologia redunda quando o agredido não consegue lidar com aquelas “brincadeiras” e reconhecer quando a “brincadeira” termina e parte para a degradação e às vezes até agressão física.
Expressões como “quatro-olho”, “bojudinho”, “buda”, “feioso”, “timinho”, “segunda divisão”, “perna de pau”, “lerdo”, “suburbano”, “favelado”, são expressões do Booling. A intervenção dos professores e pais nestas brincadeiras serve para preparar os jovens para não se tornarem adultos inconvenientes que se utilizando da desculpa de franqueza machuca outros com palavras e principalmente se justificando com o argumento de que a crítica é construtiva.
Enfim, não conseguiremos acabar com a gozação depois de uma goleada na segundona, nem de uma sonora vaia depois de um escorregão; o melhor e mais positivo é quando após a “brincadeira” permanece o respeito entre as pessoas, respeito imprescindível entre as relações e naturalmente na formação do caráter dos jovens. Caetano Barata Lamentavelmente, em algum momento de nossa vida teremos que nos deparar com alguém afetado na personalidade. Pessoas dóceis e calmas que repentinamente tem um rompante de raiva inadequada; atitudes instáveis é a síntese dessa personalidade anti-social, as recusas geram situações ruins, desfavoráveis, péssimas e catastróficas.
Esse transtorno caracteriza-se pela desvirtuação do padrão social de comportamento responsável, caindo no irresponsável, explorador e insensível; facilmente constatado, resultando na ausência de remorsos ou arrependimento fingido.
Essas pessoas quando se ajustam as leis, tem a capacidade frequentemente de manipular as situações e os outros; riem-se delas, não conseguem estabelecer relações duradouras profissionais ou sentimentais.
Desrespeitam as regras, normas e obrigações sociais de forma reincidente. Possui grande capacidade de iniciar relacionamentos, principalmente para seu próprio proveito, mas é incapaz de mantê-los por muito tempo. Não aceita oposição e facilmente explode em atitudes agressivas e violentas. Não assume a culpabilidade, transferindo-a, o que lhe torna incapaz de aprender com as punições. Devido a sua habilidade culpabiliza outros com raciocínios lógicos, porém facilmente desvendados.
Enfim, instabilidade, alternância de amor e ódio, idealização, desapontamento e impulsividade são as marcas desse transtorno. Redundam em algumas das atitudes que definem uma personalidade Antissocial também chamada de Bourdeline. Caetano Barata A escravidão do negro é a mutilação da liberdade do branco.” (Rui Barbosa) A Secretaria Nacional de Combate ao Racismo do PT, acom o apoio da Fundação Perseu Abramo e da Fundação Friedrich Ebert, realiza no período de 28 a 30 de maio, o 2º Encontro Nacional de Gestores e Políticas de Promoção da Igualdade Racial será na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Rua Dom Manoel, s/nº, Auditório Nelson Carneiro). O tema do encontro será O Papel do PT na Promoção da Igualdade Racial no Brasil. A história nos ensina que em 1845, a Inglaterra interpõe o “Bill Aberdeen” pelo não cumprimento do governo do Brasil em por fim ao tráfico de pessoas – o Bill Aberdeen implicava no aprisionamento de navios negreiros e julgar os seus comandantes. Essa ação e outras fazem parte de ações do Direito Internacional para livrar a humanidade desse câncer. Podemos não aceitar a Lei do Ventre Livre, os filhos nascido de negros escravos não são escravos; podemos também não respeitar a Lei dos Sexagenários, que libertou os escravos com mais de 60 anos, mediante compensações financeiras aos seus proprietários; ou até mesmo não respeitarmos a Lei Áurea, mas sem elas não teríamos hoje a condição que atualmente temos. Essa condição pode não ser perfeita, pode não ser a ideal mas é real. Desta forma, acredito que devemos o respeito ao legado abolicionista do 13 de maio e a memória de Joaquim Nabuco, Castro Alves, Rui Barbosa, José do Patrocínio, André Rebouças, Luís Gama, Antônio Bento e principalmente a Isabel Cristina Leopoldina Augusta Miguela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança e Bourbon, nascida no Brasil no Rio de Janeiro, 29 de julho de 1846. Durante alguns anos, acreditei na necessidade de valorização e oportunização às comunidades negras através de políticas públicas eficazes no Brasil; principalmente aquelas de educação, valorização social, musicais e esportivas. Não me surpreende a ausência de um único artigo em lembrança a ação política que redundou no fim da escravidão no Brasil. Sabemos das questiúnculas a respeito da forma e dos interesses daqueles diretamente ligados à discussão abolicionista à época. Naturalmente, não podemos dimensionar, nem concluir os interesses pessoais de quem assinou a Lei. Entretanto, hoje podemos concluir: quem terá o espírito da Isabel de ontem? Sem ela, ainda estamos esperando a aprovaçao do Estatuto da Igualdade Racial. Caetano Barata O grande segredo da educação consiste em orientar a vaidade para os objetivos certos.” (Adam Smith) O Ministério da Educação divulgou nesta terça-feira (28) o desempenho por escola no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2008. A escola com o melhor desempenho foi o Colégio São Bento, no Rio de Janeiro. Com média total (prova objetiva e redação) de 80,58, a instituição ficou em primeiro lugar pelo segundo ano consecutivo.
Na Bahia, não sei se comemoramos ou questionamos onde estão as outras tantas escolas da rede pública e privada. Podemos encontrar apenas, a escola Helyos de Feira de Santana, a quarta melhor dentre as vinte melhores escolas da rede particular e entre as públicas a Escola Militar de Salvador ficou em décimo no Ranking.
O presidente do Inep, Reynaldo Fernandes afirma: “A divulgação desses resultados é uma prestação de serviço para a população, que consegue saber como está a escola em que o filho estuda”, presumindo haver isonomia entre o método de ensino, com suas respectivas grades-curriculares; não considerando que o ENEM não leva em consideração as dificuldades e as realidades diversas de cada aluno.
Atraves desta divulgação é previsível ainda, o deboche sobre aqueles que não conseguiram ficar entre as vinte melhores do país. Não somente é importante saber a qualidade das escolas, como também saber o que temos feito para que a qualidade da escola evolua, melhore e seja producente, conseguindo o permanente e verdadeiro interesse do aluno pela escola. Caetano Barata As leis são um freio para os crimes públicos – a religião para os crimes secretos.” (Rui Barbosa) Respeito muito a opinião pública e mais ainda, busco respeitar a opinião dos formadores de opinião pública. Certamente, as medidas adotadas nas cidades do interior de São Paulo, levando a decisão da Justiça de implantar o toque de recolher para crianças e adolescentes na cidades de Ilha Solteira e Itapura, a 653 quilômetros da capital demonstra a Justiça cumprindo o dever dos pais em estabelecer limites aos seus filhos.
Alguns pais aprovarão as medidas que impõem limites de horário para os adolescentes ficarem nas ruas. Alguns filhos, certamente discordarão, mas as ordens estabelecidas os farão mudar de hábito para não serem flagrados na rua depois da hora permitida e levados ao Conselho Tutelar.
Nas duas cidades, a partir do dia 20, crianças e adolescentes de 0 a 13 anos podem ficar na rua desacompanhados até no máximo às 20h30. De 14 a 15 anos, esse limite se estende até as 22h. E jovens de 16 e 17 anos devem estar de volta em casa às 23h. A determinação é do juiz da Vara da Infância e Adolescência de Ilha Solteira, Fenando Antônio de Lima.
Este instrumento legal tende a reeducar a ordem na vida de muitos jovens que infelizmente conhecem o álcool antes dos 11 e o sexo antes dos 13. Há algum impedimento na Lei Federal ferindo o direito de ir e vir? Absolutamente, não há. Entretanto, muitos argumentarão: Sou viciado em cocaíca e crack, não estou fazendo mal nenhum a não ser a mim mesmo. A funcionalidade da Justiça é exatemente essa, existir, interpor-se com seus instrumentos dando rumos à nossa sociedade.
Seria pertinente, no momento em que começamos no Brasil as estações das micaretas, um sombreamento desses “lapsos no cuidado” com os jovens de nosso país que vão a esses eventos serem “sacos de pancada” e “bancada do sexo” enquanto os investidores e as marcas agradecem o derramamento do dinheiro público nesses eventos. E a proibição desses eventos não é ilusão contemplativa, já aconteceu e é possível para alguém que possua bom senso. Caetano Barata Lendo Chesterton em Ortodoxia, diante de sua argumentaçao sobre quem é melhor, o gato ou o rato. Sofri um lampejo, um transporte a idéia de quem é melhor: aqueles que não assistem ao BBB (seja ele em qual ediçao ou pais), mas, assistem aos programas de violência urbana diária como Cidade Alerta, Na Mira e outros tantos que existem no Brasil e fora do Brasil?
Consideramos o uso da hipocrisia, a leviandade dos negócios com o corpo, a presunção de liderar outros, a prepotência em enganar alguns um lixo; e nos debruçamos sobre eles como se fossemos melhores do que aqueles que preferem o reallity show. Criticamos a violência dos filmes, mas, consideramos aceitável quando lixam alguém; somos contra a injustiça e pensamos em vingança quando a mágoa na vida de alguns talvez possa ser sufocada com esse artifício; usamos a desgraça na família do nosso próximo como “tira-gosto” entre rodadas de alcool enlatado como se fossemos superiores àqueles.
Criticamos aqueles corajosos e dispostos a observar um homem preso às ferragens em acidente automobilistico ou metralhado em confronto policial enquanto nos embriagamos virtualmente pela TV em jornalismo sensaciolista com exibição de imagens similares a essas. Nessa tomada de consciência, um dia entenderemos o erro quando queremos concluir em quais planos há alguém melhor do que outro. Mesmo quando nossa sociedade estabeleça: ensino fundamental, ensino médio, ensino superior… Sempre encontraremos inúmeras bestas-feras com terceiro grau, mas sem nenhum ensino fundamental. Caetano Barata As estatísticas são nossas aliadas e muitas vezes nos traem. Uma traição dolorosa, porém consideravelmente positiva. Elas afirmam a cidade do Salvador ser a terceira maior cidade do Brasil em população, uma grande metrópole. Sem querer parecer um blogueiro fazendo afirmações cotidianas sobre transportes públicos, privados (taxis), segurança pública do estado e privada, serviços públicos do estado e privado a qualidade do atendimento em Salvador é precária, transformando precária no melhor eufemismo encontrado para definir esse “limite”. A tentativa de encontrar um serviço, no qual, o serventuário honre as suas obrigações, principalmente de cumprimento do horário é inútil, agendando um compromisso sem afirmação do horário exato. Nas empresas, os telefones tocam e retocam sem atendimento do cliente. Assim, só nos resta a esperança conformista: isto, não é somente na Bahia não, é um mal estar brasílico. Caetano Barata É pratica comum quando queremos determinados privilegios, notarmos os defeitos dos nossos concorrentes. E se pudermos realça-los para torna-los mais evidentes ainda assim o fazemos. A Bahia esportiva foi citada na mídia nacional com méritos, claro, “não taparemos o sol com a peneira”, verdade seja sempre dita: policiais truculentos, torcida em arruaças e brigas. Caetano Barata Naturalmente, a exegese e a hermenêutica mal usada é a responsável pela avalanche de heresias e maus modos e péssimos comportamentos. “Nobremente” a Palavra de Deus (a Bíblia) é utilizada para errar. Não nos interessa como diz a Bíblia o escândalo e sim o aprendizado para outros não cometerem o mesmo erro.
Quando alguém se dizendo cristão considera espiritual vender uma denominação ou cobrar um preço pela construção de um templo ou pelas almas às quais este foi instrumento para que outras almas se achegassem a Cristo, esse espírito não entendeu ainda o plano da salvação. Nem mesmo a sua própria salvação está consubstanciada no Autor e Consumador da fé, Jesus, o Cristo pelas suas obras.
Enquanto alguns acham que já fez muito e outros estão dispostos a gozar do presente futuro um descanso sem trabalhar no Reino e na busca em ser imitador de Cristo como Paulo, o apóstolo dispôs sua carreira a viver como ganho e morrer pela obra como lucro; muitos acham que devem gloriar-se dos feitos divinos através de seus ministérios. Assim, quando um membro “cadeirante” comete um erro, é execrado, cortado e lançado fora… Mas, quando um irmão, crente, pastor não deixa o tesoureiro pagar a energia ou a água ou quer colocar a denominação na justiça um espírito desses ainda encontra apoio de outros canalhas. E infelizmente, a maioria das comunidades não tem o privilégio de ter um apóstolo Paulo para afirmar: “Eu, na verdade, ainda que ausente no corpo, mas presente no espírito, já determinei, como se estivesse presente, que o que tal ato praticou, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, juntos vós e o meu espírito, pelo poder de nosso Senhor Jesus Cristo, seja entregue a Satanás para destruição da carne, para que o espírito seja salvo no dia do Senhor Jesus.” (I Co 5:3-5) Caetano Barata Quando consultamos no Google: “a mãe de Beethoven tinha sífilis”, “o óleo de Lorenzo” baseado em fatos reais e a adaptação do romance de 1920 de F. Scott Fitzgerald: o curioso caso de Benjamin Button, sobre um homem que nasce com oitenta e poucos anos e rejuvenesce a cada dia que passa; nós considerados normais e dotados de plenos poderes sobre os inimputáveis compreendemos a responsabilidade que temos sobre os ombros de decidir sobre o futuro ou o presente.
Somos deuses? Não é essa a questão. A questão é até que ponto nós temos o direito de decidir sobre a vida ou a morte de outro ser. No primeiro caso, cheio de controvérsias e também cheio de referências Beethoven poderia ter sido abortado, entretanto ele perdeu a audição depois de ter composto a quinta sinfonia e a famosa nona sinfonia ele a compôs surdo.
Em o óleo de Lorenzo, baseada na história real de Michaela Odone falecida em 12 de junho de 2000, na Itália, de câncer no pulmão, aos 61 anos. Co-criadora do óleo de Lorenzo. Ela ficou mundialmente conhecida por ter descoberto um medicamento capaz de tratar a rara doença degenerativa que o seu filho Lorenzo era portador. Sua história foi vivida no cinema pela atriz Susan Sarandon no filme Óleo de Lorenzo. Lorenzo Odone faleceu em 30 de maio de 2008, vítima de pneumonia. Com o tratamento da ALD desenvolvido pelos pais ele alcançou os 30 anos de idade, um recorde, pois a expectativa de vida é de poucos anos. Cabe comentar que por vários momentos outras pessoas tentaram fazê-la “matar” seu filho desistindo e ela não o fez.
No romance de Fitzgerald a mãe morre em decorrência do parto e o pai quando percebendo a horrorosa plástica do filho sai para jogá-lo ao rio sendo perseguido por um policial, deixando o pequeno bebê na porta de um asilo. Button é criado por uma mulher sem filhos até tornar-se adulto. (vale à pena assistir)
Em suma, esses três fatos. Dois reais e um fictício redundam em um único aprendizado. Não podemos pensar como as civilizações antigas: abandonarmos às feras do campo aqueles que não podem sustentar-se, desistindo de suas possibilidades sem lhes dar condições de superação e demonstrar para que vieram.
Caetano Barata Por divergências ideológicas e religiosas em relação à prática do aborto a Comissão de Ética do Partido dos Trabalhadores (PT) analisará no próximo sábado, às 10h30, em Brasília, a exigência da Secretaria das Mulheres de expulsar o deputado federal baiano, Luiz Bassuma.
Uma atitude vergonhosa do PT: ir contra um seu Deputado Federal por um motivo pessoal de consciência na luta contra o aborto quando historicamente nos anos 60-80 no regime militar o então e hoje ainda fundador do PT, o Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva com seu irmão Frei Chico eram contra o aborto e estavam ao lado dos que o combatiam. É uma mudança a atual de 360º, não só politicamente e também naquilo que é a base da democracia a liberdade de expressão. Por que expulsar o Deputado Luiz Bassuma devido ao seu combate contra o aborto, contra a legalização do aborto uma vez que o aborto é cientificamente o assassinato de um indefeso.
O argumento de que a mulher é dona do seu corpo é verdade apenas pela metade porque como mãe, como progenitora o filho que está em suas entranhas é sua continuidade e além de uma continuidade é um ser pessoal e próprio, um indivíduo, uma criatura que não espera de quem o gerou que venha a matá-lo. Portanto, o aborto é duplamente um crime. Primeiro por parte da mãe geradora e segundo um crime do Estado quando de conhecimento dessas práticas em seu território não atua com políticas públicas de educação, prevenção e combate à defesa da vida de quem não tem com que fazê-lo (o feto).
É dever do Estado proteger o cidadão. Neste dever se insere a vida do nascituro. Se há concepção de um cidadão desde o ventre (aqui há muitos contrários) o Estado deve dar a este ser vivo todos os direitos legais de um cidadão: dentre eles, segurança e defesa. É imprescindível quando os homens que legalmente respondem pelo Estado falham, as organizações sérias deste país fundada e mantida por homens probos e irrepreensíveis como a CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, o CONIC – Conselho Nacional de Igrejas Cristãs, O Estado de São Paulo, A Folha de São Paulo, o Jornal do Brasil, o Jornal A Tarde, ABI, OAB exercer o direito de expressão legado da Constituição Federal da República Federativa do Brasil um país democrático.
É um exemplo ímpar a posição do Deputado Federal Luiz Bassuma diante deste tema. Em contraste com a posição do PT quebrando um paradigma: a maioria sempre tem razão. Assim podemos concluir que quando os interesses da maioria forem contrários ao bom senso e à razão, não podemos nos alijar do direito adquirido e nem da autoridade outorgada pela Justiça. Um Parlamentar que se aquieta diante da voz da sua consciência e deixa a injustiça prevalecer, (neste caso, terrível, contra cidadãos indefesos), não é digno de se chamar Representante do Povo. Caetano Barata Sempre vão existir em nossas vidas momentos dolorosos e difíceis. Em contradição as doutrinas sugeridas atualmente: pense positivo, você pode atrair coisas negativas com seus pensamentos, quem anda na presença de Deus sempre se dá bem e nenhum mal lhe acontece. As fatalidades demonstram exatamente o contrário. Não são promessas de perseguições. Não é a maldição ou desejo de viver miserável. No mundo tereis aflições. Está escrito? Sim. Quem quiser servir a Deus fielmente padecerá. Está escrito? Entretanto, podemos ver pessoas embasadas nessa doutrina não permanece quando um vento derruba-lhe a casa, ou surge uma doença ou desemprego. Desesperam-se e blasfemam, culpando Deus.
Algumas pessoas cometem o erro de proclamar a vontade de devolução do livre arbítrio. Ora, o livre arbítrio foi vilipendiado seriamente no próprio Reino Celestial por Lúcifer. Lúcifer não concordou em seguir a Deus e de lá foi despejado. É importante o livre arbítrio? Sim, para quem sabe usá-lo corretamente. Alguém que não se sente livre é porque está aprisionado ao pecado. A sua carne fala mais alto e lhe atormenta vinte e quatro horas.
Juntamente a essas duas idéias vem: Onde está Deus quando blasfemam contra seu Santo Nome e coisas terríveis acontecem com a utilização do Seu Nome. Essas idéias contestam a Soberania de Deus. Deus é soberano e nunca perde o controle da situação; mesmo nos momentos em que parecemos estar sós, Ele está conosco; as coisas vão acontecer no tempo de Deus e não no nosso; sempre podemos restaurar a nossa comunhão com o Senhor, através da oração, de modo a confiar todos os nossos planos a Ele e descansar.
Em algums momento vamos compreender que aquilo que chamamos sofrimento: produz experiência mais intensa da adoração do adorador que se aprofunda no caráter daquele que adora (Deus); transforma a adoração e lhe dá sentido, e amplia o horizonte do adorador; além, todos sabem disso, de fortalecer o caráter do que sofre, através das lutas e mágoas, pois está acompanhado da glória de Deus. Caetano Barata Quando leio, ouço comentários sobre a crise internacional vem a mim um élan estúpido, um toque irônico me alcança e não o refuto; deixo-o tomar conta de mim. Mas, que diabos de mundo financeiro é esse? Há poucos meses projetavam ganhos e mais ganhos, vendas, carros novos; meses e mais meses para quitação de um automóvel novo e agora como num toque de mágica a demissão é o único alvo a ser alcançado no Brasil e no exterior.
Eu entendo os banqueiros e as multinacionais. O lucro tem que ser 50 mil vezes maior do que o salário de escravidão pago aos miseráveis que são destruídos nas empresas de montagem de automóvel e lesionados pela DORT ou LER. Podem negar essa informação para a opinião pública em conchavos com os sindicatos muito bem remunerados para acalmar a fúria dos lesados: hérnia de disco, bursites e outras; e outras mazelas redundantes do desgaste da maquina humana para satisfazer o apetite do lucro do capitalismo.
Enfim, não nos apraz ver essa desgraça econômica. Entretanto, está na hora de os mais ricos do mundo pararem de tirar a pele dos outros seres humanos apenas para satisfazerem a sede de ter. É lamentável, eles estão em crise enquanto nós nascemos na crise, vivemos na crise e morremos nela. Quando raramente temos algum privilégio é momentâneo. E assim as grandes empresas deste país terminarão pedindo licença para irem tirar o “couro” de países africanos com a desculpa de que estão indo ressarcir os prejuízos da exploração européia, mas nós já sabemos, como já dizia o poeta: “a usura dessa gente já virou um aleijão”. Afinal, até um mendigo sabe: daqui ninguém levará nada. Caetano Barata O Perifolia (Folia em Periperi) tornou-se notícia nacional devido ao alto índice de violência. Socos e pontapés formaram o repertório dos foliões numa verdadeira briga de rua. Apesar da ajuda de especialistas em sociologia não se obteve a contento um diagnóstico para esta atividade grotesca, bárbara e primária destes baianos. A violência urbana está inserida em nosso contexto diário e normalmente acontece entre rivais de outros bairros.
É lamentável não haver um promotor disposto a impedir o acontecimento destas festas embargando-as com base na guarda da integridade da pessoa física do cidadão comum. Como no carnaval onde uma menina de 7 anos foi morta com por uma bala disparada por um delinquente vindo do carnaval com uma arma na cintura.
O outro lamento é a inexistência de academia gratuitas para esses jovens de mente desocupadas trocarem socos no boxe e pontapés na luta livre; disputando torneio contra profissionais e aí sim entregarem suas faces e estomagos para os socos e pontapés até eles mesmos virem a óbito.
Pareço raivoso, não estou. Estou indignado quando concluímos que a música executada na Bahia vem da vertente do hard rock e do heavy rock. Instrumentais considerados normais, mas responsável pela emoção negativa imposta aos seus ouvintes descontrolando a muitos. A música executada na Bahia apesar de não tão pesada quanto essas estruturas do rock é veloz levando o homem a um frenesi louco. Os dicionários afirmam: frenesi – 1.Delírio, desvario, tresvario. 2. Entusiasmo delirante; excitação, arrebatamento. 3. Atividade sucessiva; agitação, impaciência, inquietação. Caetano Barata “A morte de Marina Sanches Garnero, tem precedentes como ter sido ameaçada duas vezes, não ocorrendo então a prisão de seu ex-namorado Marcelo que já havia sido condenado pelo crime de roubo à mão armada. Então caberia a Justiça ou a Polícia, no caso especificamente o Estado determinar uma ação legal mais determinante para que não ocorresse o que aconteceu. É de pasmar que o delegado que registrou os boletins de ocorrência através dos meios de comunicação social tenha ilogicamente declarado que: “Se a polícia for destacar policiais para todos os registros de ameaça, não sobraria policiais”. É uma afirmativa anticonstitucional, anti-direitos humanos confirmando que aquilo que se chama legalidade expressional, circunstancial e real, em face do objetivo concreto da pessoa humana, que desde a Grécia em Atenas e nos velhos códigos de Hamurabi e de Manu já se determinava: o Estado é obrigado a se preparar devidamente para defender objetivamente qualquer cidadão ameaçado em sua existência.
No caso específico da jovem Marina Garnero, o Estado errou através de suas autoridades pelo menos duas vezes: circunstâncias de a polícia não ter de imediato tratado devidamente o criminoso, afastando-o do convívio social. E o segundo, a declaração do delegado confirma o fato e de maneira que leva as autoridades policiais menores a relaxarem mais ainda o Dever do Estado que é defender o cidadão em situações como essas. Não nos admiremos, essa é uma perspectiva de várias autoridades como a referida em todo o país. Ainda, abre a licenciosidade e a permissividade para outros maridos, namorados, companheiros em geral agirem violentamente da mesma forma quando obtiverem como respostas as suas violências cotidianas um não.
O que cumpre fazer? Aumentar o número de soldados civis e militares com competência e conhecimento da dignidade humana e de como reagir corretamente nestes casos. Não é possível dizer, no caso de uma autoridade, mais outra de que agora “nós teremos de reagir contra eles impedindo que façam contra nós”. Cabe ao Estado se preparar devidamente nas federações, nos municípios e lugares de todo o país em geral. Tendo polícias preparadas e também bem pagas pois que hoje ser policial é um desafio, sendo que a bandidagem tem metralhadoras, fuzis AR-15 e outras ultra modernas enquanto os policiais estão praticamente com armamento defasados para essa batalha ou guerra civil não declarada no país. Caetano Barata “Vale a pena experimentar também a ingratidão para encontrar um homem grato.” (Sêneca) – Pensando sobre os momentos políticos atuais veio a memória já ter lido essa frase em algum lugar dos meus tempo de estudante secundarista. É preferível falarmos genericamente, a fim de evitar desafetos e inimizades inúteis e não despertar o ódio alheio. Entretanto, miremos no homem mais poderoso do mundo: Barack Obama. Eleito debaixo da égide dos anseios humanos de paz, mudanças e…
Reticências? Sim, não sabemos o que mais elegeu Obama. É essa reticência que faz a voz do ex-presidente em rede nacional e internacional justificar e defender Israel. Decidido a não mais pensar em política inequivocamente ligada a religião, ouço uma voz me dizer: como você conseguirá?! Essa guerra é a mais temerária de todas, entre irmãos. É certo afirmar que foi Israel a desculpa utilizada para inúmeras ações e atividades de guerra dos americanos.
Quando irmãos se separam por opiniões contrárias é muito difícil a união. Qualquer iniciativa de Obama contrária as ações de Israel será interpretada como traição pela grande comunidade judaica que ama a exibição de força da pátria americana. Sem querer citar o livro mais Sagrado (olhe a polêmica) e já citando-o: “um irmão ofendido é mais difícil de conquistar do que uma cidade ou fortaleza”, está lá no livro de provérbio. Como ousaria Obama ir contra a opinião judaica? Aliás, quem ousaria ir contra as Sagradas Escrituras. Esse é o preço do Antigo Pacto, todos que são inimigos de Israel são nossos inimigos. Entretanto, nós bem sabemos que políticos raramente respeitam a sua própria palavra, imagina o respeito a Palavra dos outros ou a de Deus. Caetano Barata O Tribunal Superior Eleitoral confirmou na madrugada desta sexta-feira (19 de dezembro) a decisão tomada pela própria Corte no dia 28 de outubro, que anulou a vitória do prefeito eleito de Londrina, Antonio Belinati (PP). Ao analisarem recursos protocolados contra a inelegibilidade do pepista, por maioria os ministros rejeitaram os pedidos. Isto é, a Corte analisando os argumentos que o tornavam em condições de disputar o pleito concluíram ineptos. Entendo eu a práxis do Direito no Brasil, ainda em fase pró-criativa. Apesar de as Academias esforçarem-se em formar Juristas que não apenas saibam as normas com seus despreendimentos. Nestes conceitos surgem o que é chamado de jurisprudência. A tomada de decisão de um Juiz no Paraná, pode e deve repercutir nas futuras decisões. O lamento no Brasil é o quantitativo de Juízes. Ao invés de aumentar o número de vereadores semi-analfabetos e provenientes dos movimentos assistencialistas, o Senado e a Câmara deveriam buscar entendimento com o judiciário para prover Juízes ao Poder Judiciário. No mínimo alguns processos sem movimentos há anos contra o INSS pudesse ser julgado antes que o reclamante viesse a óbito. Entretanto, isso é serviço real a comunidade brasileira e ônus aos cofres públicos do Estado, apesar disso é dinheiro retirado do contribuinte para devolver a este quando da sua velhice que em muitas vezes não vêm. Isto é o Brasil dos pobres, não interessa aqueles que governam para os atuais capitães e suas capitanias pátria amada Brasil. Caetano Barata A democracia brasileira tem certas particularidades bastante singular. Uma delas é a liberdade de expressão. Naturalmente, a liberdade é confundida com libertinagem e desacato ao estado de direito legal. Isto é, é livre que as instituições de comunicação informe à sociedade brasileira os fatos e os desdobramentos das circunstâncias geradas por atividades dos departamentos formadores do Estado Civil. Entretanto, a liberdade de expressão pressuposto de existência da democracia é vilipendiado quando privilegiadas instituições tem acesso em primeira mão a algumas ações.
Em segundo a sociedade civil tem dificuldade de se expressar, temendo a repressão dos departamentos do Estado. O precário serviço de destribuição de água, mais falta água na torneira e a conta não demora; a chegada dos departamentos de polícia em poucos minutos após a ação marginal; ruas escuras e a taxa de iluminação presente na cobrança; a ausência de médico no momento crucial na emergência; o mau cheiro vindo dos lixões e de fábricas indevidamente instaladas em área urbana.
Ouvidoria eficiente e normalização dos serviços em tempo hábil é o mínimo a fazer para uma sociedade acarretada de impostos e serviços ineficientes. Enfim, mas a quem dirigir-se??? Estamos todos preocupados com outras necessidades, enquanto o básico do básico não nos é oferecido o Estado empresta a bancos falidos por multi-milionários e seus caprichos milhões ou bilhões enquanto o salário mal dá para fazer uma feira decente. Já falei demais… Caetano Barata Ontem foi o dia nacional de combate a violência contra a mulher. Não sabemos como explicar essa disposição em bater no sexo feminino notavelmente frágil, mas para alguns uma ameaça. Ao passo que muitos consideram a mulher: companheira, amiga e outros adjetivos; alguns não respeitam a constituição feminina. Há alguns anos atrás presenciei uma cena digna de filme. Um garoto corria com o ante-braço ao ar para bater na sua irmã que corria com toda a sua força tentando escapar do golpe. Eu estava observando, quando inesperadamente meu pai surgiu na sacada da casa e afirmou perguntando ao pequeno: - Onde já se viu homem bater em mulher? Ao que o pequeno garoto, olhou ao meu pai, cheio de razão afirmando: - E como o meu pai bate em minha mãe?! E assim, o meu pai olhou para mim sem saber o que responder. Mas, eu sei que não somos o reflexo, somos a imagem real das gerações futuras. Caetano Barata Quando o Senador Magno Malta argumenta que aceitar a idéia de opção do homossexual é dar margem a lei aceitar a pedofilia, necrofilia e outros gostos. Concordo plenamente com o Senador. É como muitos acham correto a idéia de preconceito racial numa pátria de mestiços e “bota” mestiço nisso. O Brasil é uma mistura tão profunda que é bobagem qualquer satisfação genética. Já refutava o mestre de Casagrande & Senzala: todos temos um pé na senzala, referindo-se a ascendente negro e em muitos casos índios.
Acho engraçado essa idéia de racismo e consciência negra num país de mestiços e pobres, no mínimo ríducula. (como muitos fazem, usem essa frase e intrepretem todo o texto, é comum em baianos e brasileiros!!!). Todos sabem que o preconceito brasileiro é sócio-financeiro. Tenho que me esforçar muito pra continuar falando de tema tão infame e atualizado às custas de um Presidente mais branco do que negro. Negro que tem oportunidade de estudar? Negro que tem dinheiro pra pagar faculdade? Negro que tem dinheiro pra sustentar sua família? Negro que tem dinheiro pra ter carro? Negro que tem dinheiro pra casar com uma negra advogada? Assim, continuamos a lista de perguntas. Não pela condição de ser negro. Mas, pela condição social de pagar suas contas e existir… Quem tiver condições financeiras de me entender, que entenda!!! Espero que pobres índios, brancos e negros tenham condições de ler essas linhas.
Conheço inúmeros brancos em condições sociais piores do que a de muitos negros. E que consciência é essa que tão contraditamente nos querem enfiar na cabeça? É o término da prática atual. A prática atual é: todos tem direito a sua opção. Todos tem o livre arbítrio. As pessoas não são obrigadas a nos dar oportunidade (antigamente, não tão antigamente: os anúncios de empregos viam seguidos de características de altura e outras nuances que até dá náuseas falar). Será que já superamos isso?
Entretanto, cada um tem o direito de querer o que quer. (É com essa idéia que querem nos comprometer). Tem mulheres que não se relacionam com negros. Tem homens que não se relacionam com negras. E admitem que são racistas. Tem sogros que não querem genros negros, sogras que não querem noras negras. E assim a dialética continua…(cada um tem o direito de querer o que quer.) Dizem que gosto não se discute. E é verdade, eu também gostaria de pensar assim. Mas, e quando querem impor gostos esquisitos aos outros?
Quando as idéias partem para limpar a humanidade da raça negra, aí já descamba para a ignorância e intolerância. Aí sim, é necessário mecanismo de punição e de inibição dessas idéias. E imaginem, no Brasil existem esses grupelhos de pseudos-brancos-arianos-puros… Ainda bem que Dom Manoel mandou para terras brasileiras, mulheres européias que não aguentaram observar os negros voltando com seus feixes de cana de açúcar, e os portugueses não aguentaram ver as índias e as negras. Foi instituído o fim da pureza em todos os sentidos e um desafio a todo brasileiro nascido em terras brasilis – o de se sentir mais puro do que o negro alforriado antes da Lei Áurea. Viva a Princesa Izabel que assinou e nos libertou da senzala do senhor.
19 de novembro de 2008, amanhã vou vestir branco e vou ao pelourinho visitar o ateliê de Bida. Viva a liberdade de pensar. Cada um ame a quem quiser e seja feliz ou sofra. Problema de cada um.(É com essa idéia que querem nos comprometer). Caetano Barata Quando pessoas próximas a mim me perguntam se gosto de cinema, imediatamente respondo que não gosto. Sem ter tempo de explicar porque sou obrigado a ouvir um verdadeiro show sobre a minha ignorância da 7ª arte. Não gosto de cinema pela minha incapacidade de guardar roterista, diretor, atores principais e coadjuvantes; além de começar a assistir um filme e somente no final descobrir que já assisti ao filme. A partir dos últimos acontecimentos relativos as investigações da Operação Satyagraha da Polícia Federal Brasileira, o nosso FBI; estou afirmando que não gosto mais desse governo petista e ainda pior estou completamente descrente da ideabilidade do respeito aos sistemas principais de equílibrio deste país: Legislativo, Executivo e Judiciário. Não quero falar de algemas, nem de culpabilidade. Não entro no mérito do STF. Afinal, supõe-se e espera-se imparcialidade e verdade na Justiça e na Instituição do Direito. A minha dor e acredito dor de muitos brasileiros é ver um serventuário da Justiça ser transformado de Agente da Nação em réu. E qual é a motivação para esse transtorno: a investigação atingiu ricos ligados ao Gabinete do Presidente? Por não lermos, jamais saberemos se a Associação dos Magistrados do Brasil emitiu alguma opinião. Por não lermos não saberemos se o Sindicato dos Policiais Federais e Delegados Federais se uniram para não transformar um trabalhador brasileiro em seu exercício, no pleno gozo de sua capacidade intelectual ser transformado em bandido perante a sociedade; além de perder sua paz, sua carreira, sua respeitabilidade, sua vida. Nunca antes na história desse país passou pela minha cabeça ver um Agente da Justiça ser execrado e transformado em réu por ter concluído as suas investigações. É aceitável, louvável perdoar culpados, mas culpabilizar profissionais da elite intelectual da Polícia Federal brasileira é o cúmulo da injustiça. Caetano Barata “Desejo de ir além das aparências, tentar descobrir nas pessoas qualquer coisa imperceptível aos sentidos comuns. Compreensão de que as diferenças não constituem razão para nos afastarmos, nos odiarmos. Certeza de que não estamos certos, aptidão para enxergarmos pedaços de verdade nos absurdos mais claros. Necessidade de compreender, e se isto é impossível, a pura aceitação do pensamento alheio.” (Graciliano Ramos, citado por Marilene Felinto).
Antes de Ingrid Betancourt ser liberta pela extraordinária expedição, à qual, até hoje não temos bases reais de como aconteceu tão sucesso inusitado; afirmei para alguns amigos esquerdistas (dizem que a esquerda não existe mais) como é possível lidar com a minoria oposicionista dentro de uma decisão sem considerá-los uma nova FARC?! É óbvia a quebra da soberania dos países vizinhos a esse incidente diplomático não levado avante.
A solução nada surpreendente, porém irreal, é a minoria derrotada aceitar e passar a acatar as decisões da mesa juntamente com as suas decisões, quando não, a maioria perde quando a maioria rica detém o poder de veto das decisões da Assembléia. A desconsideração dessa vertente resulta no enfraquecimento e até no aniquilamento da potência do arquétipo em análise – o grupo, isto é, não há grupo.
Também não há grupo sem subgrupos, não há grupo sem unidade. Dentro dessa redundância e até mesmo exagero é um fato afirmar, não há grupo se estamos unidos, porém separados por diferenças, incompatibilidades, métodos e todas as disposições mentais. Quando um alvo é o objeto do grupo é imprescindível determinar as convergências; sem convergências não há grupo que subsista, resista ou se sobreponha a outro.
Na minha interlocução objetei que as pessoas não são objetos concretos, mas objetos dotados de opinião, sentimentos e certamente vergonha e outras inerências do tal caráter moralmente perfeito, os quais elas lançam mão devido às conveniências. Assim, no caso Betancourt a soberania e a inviolabilidade das nações ficaram menores do que a vida da franco-colombiana. Assim Maquiavel mais uma vez, quem leu O Príncipe sabe: “os meios são determinados pelos fins que alguém busca atingir”; destarte nós o traduzimos para os nossos interesses espúrios: os fins justificam os meios; citando o ilustre George Washington: “Exitus acta probat”, traduzindo: “o êxito faz aprováveis os atos”. Caetano Barata A formação do caráter de um indivíduo depende de inúmeros fatores: desde a escola freqüentada pelo ser, passando pelos amigos, e sendo fundamentada principalmente pela família. Algumas pessoas não são a favor da educação austera e forte. Os pais que criam seus filhos à vontade podem testemunhar em qualquer momento a incapacidade de educar positivamente seus filhos e falha deste método. Entretanto, a famosa mãe má. Aquela que não deixa a filha dormir fora de casa, ir para as baladas e chegar vomitando sem dar uma “bronca” com força; não deixa seus filhos terem amigos ladrões, amigos traficantes, amigas prostitutas são as mães que seus filhos e filhas dizem: se mãe não tivesse chegado junto boa parte de nossos irmãos e irmãs teriam se perdido. Por outro lado, alguns pais desistem de continuar na luta para continuarem sendo o líder de seus filhos. Alguns desistem porque os filhos não são os mesmos quando estão longe deles; outros desistem porque o custo de se fazer um verdadeiro liderado é muitíssimo alto e muitos não tem condições de sustentar esse preço; preferem sepultar os filhos, derramar suas lágrimas do que derramar lágrimas para vê-los entrar na linha, mesmo que seja aparentemente por alguns minutos. O fato é que muitos filhos se perdem por não encontrar alguém com capacidade de liderança para conduzi-los ao caminho da honradez, da disciplina, da fidelidade, do amor, da compreensão. Não é fácil, para pessoas desestruturadas, sem passado, sem presente e sem futuro construir um ser humano completo, um homem firme em seus propósitos, preparado para suportar as decepções, as derrotas momentâneas e respeitar os que perdem à sua volta sem cair na soberba e na arrogância. Este é o grande desafio da família do século XXI, mesmo diante das tecnologias que nos separa e das dificuldades que nos desorienta manter-se baluarte da sociedade. Não adianta entregar à educação corretiva dos filhos a força da polícia por que é uma instituição feita por homens também sem essa capacitação para gerenciar a educação de seus próprios filhos, como podem dar para os filhos dos outros se em suas casas a desordem e o caos está instalado? Também não adianta passar para a escola, atualmente uma instituição em contínua degradação; confiar aos amigos de seus filhos dizendo: você pode ir com seu “amigo” ele é direito e vai lhe conduzir no caminho certo é outro contumaz equívoco. A educação como diria Foucault tem por objetivo normalizar as pessoas. É um óbvio adestramento social, uma padronização comportamental, aqueles que se desviam são levianos e serão punidos por essa erupção com a morte ou a prisão. Leitura Recomendada: FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. Caetano Barata O fim do pleito chegou. Os filósofos de plantão dispararam, conclusões novas e antigas, umas dignas de repeat e outras de delete. Enfim, concluímos é importante o repeat de Nelson Rodrigues Frasista incomparável, “toda unanimidade é burra”, mas quando morreu, aos 68 anos, em 1980, vítima de trombose e insuficiências circulatória e respiratória, era quase uma unanimidade. Cada povo tem o governo que merece; esta frase atribuída ao francês Joseph-Marie de Maistre (1753-1821), escritor, filósofo, diplomata e advogado, ela isenta os governantes e culpa o concílio universal do voto (maioria, democracia). É inegável, o voto é um tesouro nas mãos de pobres, ignorantes, descompromissados, desleixados e inocentemente feliz. Assim, enquanto não houver educação real, consciência política, condições de vida estruturada proporcionando cidadania, emprego e renda, respeito ao homem e sua capacidade produtiva; os equívocos sobrepujarão e sempre a injustiça nos será estigma, mesmo quando legitimada pelo júri popular em pleito quase democrático. Não adianta subtrair do povo a capacidade de pensar coerentemente e lhe pedir que sem essa capacidade faça escolha entre o almoço ou uma rodada no bar. Caetano Barata A Palavra de Deus é clara quando afirma: Não fareis para vós ídolos, nem vos levantareis imagem de escultura, nem estátua, nem poreis pedra figurada na vossa terra (Lv 26:1). Não contestarei a idolatria existente na vida de Cristãos que adoram inúmeros cantores, cantoras, jogadores de futebol, atores, atrizes, esposos e esposas. A questão como o título questiona é onde nos excedemos na desobediência à Palavra de Deus. Não lemos citações de Levítico sobre a existência da cruz nos diálogos entre os favoráveis ao uso de crucifixos por cristãos protestantes ou católicos. A nossa exegese é sempre usando textos dispostos a defender a nossa posição. Assim como o ídolo não é nada, a imagem também não é nada. A menos quando se torna em motivo de adoração como em inumeráveis situações. As igrejas estão usando a cruz dentro e nas fachadas de seus templos, os cristãos usando-as no peito. Adoram a Jesus e a cruz, mas não celebram o domingo da sua ressurreição. Nem comparam a cruz com a forca. Não transcendem a vileza da cruz pela gloriosa ressurreição, ainda bem que não adoram aos sepulcros; Ele já não está ali. Nós sabemos: adorareis a Deus acima de tudo ou não adorareis a nenhum outro deus. Jesus ressuscitou. Caetano Barata A dureza da cerviz de alguns homens nos leva a entrever mais dificuldades no diálogo de Jesus com os fariseus. Os escribas e fariseus seriam os advogados de hoje (doutores da lei). Podemos perceber Jesus utilizando com aquele grupo um argumento forte e direto. Ultimamente, tem se levantado um grupo muito interessante. São “intocáveis do Senhor”, pessoas privilegiadas por Deus em seus Ministérios, entretanto não podem ouvir e nada pode destoar da vontade destes. Ora, não devíamos preferir uns irmãos aos ímpios? Jesus disse avaliando o comportamento dos fariseu: vois dizeis que faço obras pelo poder de Belzebú. Jesus demonstrava que satanás não faria o bem, o mal não traz em si nenhum bem. Entretanto, continuo, deveríamos preferir a palavra do justificado por Cristo… Mas ouvimos atualmente o ímpio, não escutamos a palavra de um irmão. Muitos afirmam, “eu não gosto disso”, “eu não gosto daquilo”, “eu não vou com a cara desse irmão”, “e ele é de Deus?” E quase nunca perguntam, qual é a vontade de Deus?! Não somos aquele que “há de vir a julgar os vivos e os mortos”, aquele que há de vir a julgar vai separar segundo a sua vontade. Evitemos as contendas e se for a vontade de Deus aceitemos o irmão como sendo de Deus, como nós também nos sentimos chamados por Deus e nos sentimos privilegiados pela misericórdia do Senhor. E quanto a palavra de correção: vamos aceitar, Deus corrige aquele a quem ama, se é que nos sentimos do Senhor e queremos a permanência do Senhor em nós. Caetano Barata O novo momento brasileiro eletivo nos confronta indubitavelmente ao conceito do direito, dever ou da obrigação do voto. No Rio de Janeiro está um corre-corre num pandemônio infeliz. Aterrorizada a comunidade está entrincheirada entre obedecer ou sacrificar a própria vida e a de seus familiares. Como diz o Capitão Nascimento, em Tropa de Elite: “Ou se corrompe, se omite ou vai pra guerra”. Já diziam meus mestres do meu extracurricular: “Todo homem tem um preço e até aqueles que dizem que não tem preço, pagam com a vida, e isso é um preço. O militante atuante tem consciência do terrorismo imposto pelos poderosos. São ameaças veladas. A simples não aceitação para ir a uma reunião já pode implicar em traição, como dizem na Bahia – “o traíra sempre perde o que tem e é perseguido se não tiver quem o proteja”. Com o advento da tecnologia do voto, o bem virou uma ameaça terrível para o ignorante, que se torna presa fácil: “Se na sua seção não tiver um voto para mim, quando contarmos os votos, saberemos que você nos traiu”; e assim como não tremer na cabine? O Governo Federal, na pessoa do Tribunal Superior Eleitoral, precisa garantir ao povo brasileiro que seu voto é indevassável; que o programa de votação não faz associação do voto ao número do título de eleitor. E é dever dos Governos (União, Estados e Municípios) garantirem a integridade do cidadão brasileiro que não pode ser coagido a votar neste ou naquele candidato. A evolução da lei eleitoral que condena com perda de candidatura devido à “compra de voto” é um avanço sem par nestes 23 anos de democracia. Inequivocamente, durante anos restringiu-se a corrupção do voto do homem rural, favelado e empobrecido por um par de chinelos. Ainda é preciso impedir que se entre na cabine com câmera e/ou celulares com câmera para impedir os organismos de exigir o “voto fotografado”, este absurdo tecnológico. Por fim, a evolução ao voto não obrigatório será o elasse final deste maravilhoso exercício de cidadania. É o que todos esperamos e ansiamos desejosos de que nosso país não seja rendido por milícias, parlamentares do tráfico, das milícias e compromissados com os interesses da dinastia do mal em nossa pátria. Caetano Barata A condescendência do candidato a prefeito ACM Neto (DEM), fiel da Igreja Católica e seu vice, o deputado Márcio Marinho (PR) da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), em diálogo com a comunidade homossexual de Salvador tem causado discussões e re-envios seguidos de emails com argumentos e réplicas pela posição dos candidatos. Alguns irmãos argumentam: “Devemos ser responsáveis por combater “unidos” contra toda hipocrisia e toda malignidade que atualmente tem se difundido ao nosso redor”. E continuam: “É oportuno recordar o que o próprio Jesus Cristo afirma em apocalipse 2:2: “E descobrir as obras dos falsos apóstolos e desmascarar os impostores que transitam (ainda!) livremente entre nosso povo difundindo as doutrinas dos “nicolaítas”, cujas práticas o próprio Senhor Jesus declara odiar. Jesus também afirma em apocalipse 2:9: “Conhecer a blasfêmia dos que fingem se passar por judeus, sendo antes sinagogas de satanás (traidores)”. Um outro irmão, revela: “Sofri críticas por parte de alguns irmãos da Igreja Universal por ter encaminhado um e-mail, que falava a respeito do apoio de ACM Neto e Bispo Marinho aos gays na campanha política desse ano. Como já sabemos, um é católico e o outro evangélico. O texto foi formulado pelo jornal A tarde, é uma matéria como qualquer outra de responsabilidade de seus editores. No entanto, como cristão, não posso concordar com o posicionamento de alguns políticos evangélicos…” Um outro irmão comenta respondendo a outros: “A matéria tem quase metade de uma página do jornal A Tarde do dia 14/08/2008 com a foto do Bispo Márcio Marinho e o título de apoio aos gays. Ele (Bp. Márcio Marinho) também diz na reportagem (claramente) que apóia o movimento e que não é preconceituoso. Isto não sou eu que falo, está na imprensa, na internet, todo mundo vê e lê, é só procurar. Nessa hora, os gays servem, né? Lógico, os votos estão acima da coerência religiosa tanto de um, quanto do outro, afinal a igreja católica também é contra o homossexualismo por princípio. E continua demonstrando profundidade teológica: “Segundo o livro de Paulo aos romanos, capítulo 1, estão em pecado não só aqueles que praticam o homossexualismo, mas também aqueles que consentem com tal prática. E sugere: “Leia romanos 1.32 – “os quais, conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam)” (homossexualismo), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem. Por quê eles não dizem isso publicamente? Os 279 mil votos falam mais alto do que a bíblia né?” (Referindo a estimativa do número de homossexuais existentes em Salvador). http://www.atarde.com.br/jornalatarde/politica/noticia.jsf?id=934192 Caetano Barata Deus em todo o Velho Testamento teve que fazer escolhas. Escolheu o Pai da fé, escolheu um amigo para falar face a face e guiar seu povo no deserto; escolheu um homem sábio para escolher sabedoria e construir o Templo em Jerusalém; escolheu uma mulher, na qual, achou Graça para ser a mãe do Teu Filho Bendito, e dizer: Este é meu Filho Amado, em quem Me comprazo. As escolhas de Deus nos surpreendem por que não temos a mesma visão que Deus. Olhando que Saul foi escolhido para ser Rei antes de Davi, encontramos uma pergunta interessante: por que Deus deixa Saul ser rei sabendo que ele (Saul) perseguiria tanto a Davi? Sabendo que Saul pelo seu comportamento ao invés de estar reinando sobre o povo com justiça, investe seu tempo em perseguir a Davi. Deus não faz acepção de pessoa e não quer que ninguém se perca. (jó 34:19; II Pe 3:9) Deus não quer que as pessoas digam: eu faria isso, eu faria aquilo e não tive oportunidade. O que Deus também não quer é que o ímpio seja julgado sem provas e sem ter tido oportunidade de agir certo ou errado; muitos têm pedido a Deus a oportunidade de reinar ou governar ou presidir sobre o povo para fazer isso ou aquilo, mas Deus somente há alguns poucos Ele tem dado. Aos que conhecem a visão de Deus cabe esperar os seus desígnios, porque Deus entrega seus talentos e sua lavoura a homens cujos corações conhece; para os provar na hora do ajuste de contas. Quem recebe um talento apenas não deve ficar com medo e quem recebe dez não deve desperdiça-los. Quem não é preferido pelos homens deve confiar pois em Deus que é quem muda o tempo e as estações, remove reis e estabelece reis; Ele dá sabedoria aos sábios e entendimento aos entendidos. Ele revela o profundo e o escondido; conhece o que está em trevas, com ele mora a luz. (Dn 2:21-22) No tempo certo abate o ímpio e dá vitória ao justo. Pois Deus odeia a soberba, a arrogância, a presunção, o orgulho e a boca perversa. Caetano Barata O desempenho ridículo da delegação brasileira nas olimpíadas serve para as autoridades brasileiras de todas as esferas atentarem a administração hipócrita que é dada aos desportistas brasileiros, seja eles de alto rendimento ou não. Todos nós sabemos que a maioria dos atletas brasileiros se auto-sustentam ou são “pai-trocinados” pelos seus pais e parentes mais ricos. É lamentável, em óbvia conclusão, quando os políticos brasileiros em sua maioria não possuem nas suas plataformas políticas um trabalho de base sério para o esporte nacional. Costumamos dizer que o melhor artigo é o importado. Importamos técnicos, importamos fisioterapeutas e preparadores físicos como se em nosso país não existissem profissionais competentes para atuarem nos diversos esportes. Por fim, nós importamos atletas profissionais. Eles não são mais amadores, uns são os melhores do mundo, não precisam demonstrar nada para si mesmo; são afortunadamente prósperos no que fazem e reconhecidos internacionalmente. Quando o assunto é futebol de campo masculino, a argumentação de que não é a nossa melhor equipe é no mínimo escabrosa. Nenhum comentarista do futebol brasileiro, afirmou que o futebol brasileiro acabou, morreu quando os “meninos do Brasil” foram para os esquemas europeizados e para os modelos obtusos de jogar. Futebol arte? Não existe futebol arte quando o cachê pesa, quando a mídia faz propostas milionárias. Muitos ainda dirão: quem está rico não se preocupa com o cachê de um joguinho de olimpíadas. Não é verdade. Se pesa ou não pouco importa, precisamos de uma nova visão e de nova atitude. Sou a favor de escolher dentre os inúmeros meninos magricelos, desnutridos; já que é para ir passear. Que tal levar moleques anônimos das inúmeras favelas do Brasil, tenho certeza que se eles perdessem de 7 a 1, teríamos muito mais orgulho em afirmar: olha aí o meu guri, olha aí os meninos do nosso Brasil! Caetano Barata Paulo condena o comportamento dos irmãos perante questões mínimas. Questiona Paulo se não havia em Corinto homens capazes de avaliar e dirigir as questões mínimas entre os irmãos (6:5). É óbvio que Paulo usa a palavra litígio produzindo uma hipérbole (exagero) já que a existência de litígio entre irmãos produz o fim da comunhão; demonstrando claramente que se temos demandas contra um irmão, nós, já não estamos em Cristo pois, aquele que está em Cristo sofre o dano mas não leva o irmão a juízo e muito menos elege incrédulos para administrar a vida dos irmãos (6:6). Paulo questiona a consciência sobre a aceitação de ímpios pelos irmãos para conduzir as suas questões. O próprio Paulo ensinando a Timóteo sobre os sinais da apostasia, expressamente tomado pelo Espírito, adverte: apostatarão da fé os que obedecem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras, tendo cauterizada a própria consciência. (I Tm 4:1-3). Como os santos, possuidores da mente de Cristo podem se submeter a paixões infames? Conclui. Interessante, Deus através de Paulo nos ensina que não devemos está sob a autoridade de homens ímpios, pelo simples motivo de que deveríamos obedecê-los e fazer as impiedades por eles ordenadas. Tão óbvio que Paulo ensina em (I Co 5:10) “não propriamente refiro-me aos impuros deste mundo”; não é necessário afirmar porque “o mundo jaz no maligno” e já tivemos inúmeras prova disso. Por fim a Palavra de Deus nos questiona: “haverá comunhão das trevas com a luz?” (2 Co 6:14) Deus continue nos abençoando. Caetano Barata No Brasil, poucos lêem a bula e prestam atenção quando um profissional qualificado discute sobre a troca de uma medicação por outra. Estou falando daqueles números depois do nome do remédio: 5mg, 10mg, 15mg, 20mg. Mas, quem é que realmente foi advertido a prestar atenção num detalhe sobre o qual não fomos orientados? Um único momento em que prestamos atenção nestes números é quando a medicação a ser tomada é de alta precisão e custa aproximadamente por mês R$ 500,00 e o médico adverte que não pode ser alterada; pois qualquer dosagem pode causar transtornos irreversíveis ou até falência do paciente; aí não tem como passar desapercebido. Quem poderia fazer a diferença nessa hora poderia ser um farmacêutico. Instruindo que somente o médico pode fazer qualquer alteração, até mesmo indicando um genérico. Se na farmácia não tem farmacêutico habilitado o balconista pode induzir o paciente a substituir um remédio por outro mesmo havendo incompatibilidade. A farmácia sem querer perder a sua parte, não tendo em estoque o remédio descrito, indica outro para o paciente à revelia sem se preocupar com a vida do paciente; levando em consideração apenas o real que seria ganho pela empresa. Saúde é coisa séria, ainda que a morte esteja banalizada e o outro seja visto apenas como uma cifra e um volante de fácil manejo. Um paciente pode morrer se não for esclarecido e consultar o médico antes de tomar o remédio. Um remédio que pode curar e dar saúde ao sistema de saúde é amputar os maus enfermeiros, os maus médicos, os maus farmacêuticos, os maus… Mas, isso dói. Caetano Barata O avião de Barack Obama fez um pouso forçado, foi a notícia veiculada na internet, o motivo seria uma problema mecânico. Algumas pessoas temem pela vida do Senador e não é para menos. Obama é favorável a latinos, negros e tem um perfil parecido com o de Robert Kennedy presidente americano assassinado em junho de 1968. A coincidência da presença de John Maccain na América do Sul no momento da libertação de Ingrid Betancourt é para mim como algumas vitórias de Michael Schumacher. Schumacher já está há um bom tempo em segundo lugar; seu carro não rende, quando o carro à frente de Rubens Barrichello como num filme de mistério dá um leve tremor e é ultrapassado… humm cheiro de marmelada. Não podemos dizer mais nada. A não ser esperar para ver o que vai acontecer. Caetano Barata Ainda há um ranço neste país de coronelismo e ditadura. O impedimento da equipe do CQC – Custe o Que Custar programa da rede Band de televisão – de preparar matérias para seu programa dentro do Congresso é no mínimo inconstitucional. Lamento muito um governo que se diga democrático, invada nossas residências sem nos dar desconto na conta de nossa energia para assistirmos propagandas eleitorais gratuitas e alguns aos quais nem gostaria de me reportar proibir pelo argumento de que não é jornalismo; jornalismo é então o fato de boa parte de nossas mídias serem viciadas ou defender um grupo e a maioria de nós acreditar em tudo que eles escrevem ou dizem? Infelizmente, as amebas esquecem; eu faço questão de esquecer o visgo da ditadura e o desrespeito a liberdade conquistada ao preço de alma de alguns. É lamentável, ainda pessoas serem privadas de relacionamento com amigos pela sua posição política; por medo de perda de seus empregos. É lamentável, as pessoas serem filmadas, fotografadas e ameaçadas de perda disto ou daquilo numa demonstração clara de “castrismo,” cubanismo”, “coronelismo”; seja lá que nome é que se dá a esse tipo de anti democracia. É pena estarmos a alguns passos de destruirmos a nossa Constituição. A inconstitucionalidade de algumas decisões é tão óbvia quanto a imoralidade de um terceiro mandato. Somos obrigados a irmos a feira buscar 1kg de feijão por quase 6 reais e ouvirmos alguns maquiados, beirando o cinismo afirmarem que não há inflação e a economia vai bem. Ora, ora é pena que as Excelências desse país não acordem com o mínimo para atravessar os 5 primeiros dias do mês e conviver os outros 25 no devir do aumento de preços. Retórica, dialética é muito bonito quando se está com a barriga cheia. Além do mais é necessário avisar que não se conta piada em velório e a ironia socrática cai bem nas cátedras. Lembro-me bem, apesar de brasileiro que nosso presidente queria impedir os blogueiros de escrever porque não tem formação em jornalismo; entretanto, todos sabem que não se precisa de segundo grau para ser deputado, senador ou presidente e muito menos não ter processo nas costas. Caetano Barata A mais famosa definição de campanha política é: sem dinheiro não entre. Fatores não comuns podem transformar um candidato sem dinheiro em um eleito a mandato na Câmara ou no Senado. Podemos fazer inúmeras suposições, infindáveis elucubrações sem chegarmos a razão principal à qual, atualmente, um vereador se elege com 2 mil votos num Colegiado de 120 mil eleitores. As mudanças acontecidas nos últimos pleitos e a possível execração dos políticos réus da disputa de 2008 consagrará um novo aprendizado eleitoral. Um colegiado mais bem informado é um elenco eleitoral mais difícil de ser corrompido. O grande lance dessa disputa é a aquisição dos municípios estratégicos à disputa dos governos estaduais. Muitos ainda afirmam: A vai se eleger porque é rico. B vai se eleger porque C que é rico está apoiando. D não se elege por que é pobre. Entretanto, sabemos que riqueza não é tudo e beleza não põe mesa. A verdade é que o assistencialismo praticante; o homem do dinheiro institucionalizado. O derramamento de dinheiro em algumas campanhas estas e aquelas, antes deveriam levar seus líderes a exibirem propostas concernentes a melhorias da realidade degradante em que ainda vivem nossos irmãos baianos. A educação, na qual, é vergonhoso propor um ditado de palavras nas escolas atuais; nos consumiria todo o tempo da campanha até o dia do pleito discutindo as reformas necessárias para transformá-la numa ferramenta de real educação. A segurança, quando o filme Tropa de Elite chegou aos nossos olhos foi como se tivéssemos um relance no silêncio ditatorial dos tempos do AI-5. A ausência de diálogo com a “ficção do filme” é uma demonstração clara de ausência de política pública de segurança. A Saúde, calamidade pública. Inexistência de projetos de prevenção em comunidades carentes; seguidos de projetos sociais e de infra-estrutura transformariam uma peça de terror urbano em remédio contra doenças que já deveriam ter sido extirpadas de nosso meio e que são efetivamente de países sub-desenvolvidos. Emprego, consequência da má formação educacional. Além de secretários e diretores incapazes de gerir setor fundamental de nossa sociedade. Caetano Barata Ando meio ressabiado com as mudanças e as novidades. Como mero observador vejo estupefacto alianças, encontros quase embasbacado nos novos dias pré-campanha. Às vezes, tenho a impressão de que não mudei tudo que devia. Tenho tentado ser outra pessoa: fléxivel, aberto ao diálogo. Contudo, é difícil para mim quando vejo algumas autoridades usarem sorrirem após a ironia socrática de outros aceitarem que não mudei completamente. Já há algum tempo, abandonei o falso moralismo. Não acredito mais (um pouco tarde) nos contos de fadas que ouvi e aprendi que Tio Barnabé, Anastácia e o Saci Pererê estavam ali para demonstrar o que na verdade eu não queria ver e não era claramente afirmado. Lamentavelmente, as entrelinhas das divergências, convergências e sinuosidades não estão claramente estabelecidas para nós abaixo da linha do entendimento. Enquanto uns falam em projetos, outros em alianças, alguns em diálogos democráticos entrevejo não uma falsidade ideológica, mas, o medo do enfrentamento das suas possibilidades; um jogar rio abaixo todo um passado árduo de luta, combate, enfrentamento, avalanches e mais avalanches de nora-adrenalina. O baixar de uma bandeira (entregar-se como refém) dói mais do que as lutas, confrontos, debates e revides diante de um oponente poderoso, vingativo e disposto a vencer a todo custo. Caetano Barata A lógica da teologia nos últimos tempos está deixando alguns ressabiados; sendo mais claro, na dúvida sobre a pessoal e particular salvação. É lamentável, pessoas que não pregam o evangelho querem questionar a vida dos outros que pregam. Refiro-me em especial questionadores da marcha e da pregação do evangelho no carnaval baiano. Alguns consideram esse evangelho – fajuto. É pena que esses insignes pregadores do evangelho estejam em meio a uma grande crise espiritual e não se deram conta. Não precisa ir a uma faculdade para saber que o evangelho tem que ser pregado em tempo e fora de tempo; em outro texto por inveja, porfia, contenda, por vis interesses. É com grande tristeza que tenho ouvido “doutores”, “professores”, “mestres”, “pastores” alardeando não coadunar com tais eventos, e até em não consagrar determinados irmãos; enquanto, eles mesmos(os que se acham em condições de avalizar o chamado alheio) em seus ministérios não dão os frutos pelos quais Jesus disse que seriam os cristãos identificados. Não julgo eu, mas quando eles afirmam isto ou aquilo, sobre outrem, na verdade estão se constituindo juízes; para tais assuntos não foram chamados. Deveria estes largar a paixão tricolor ou rubro-negra nacional e ir pregar o evangelho; abandonando os estádios (quando não estão trabalhando), abandonar as mídias que lhe gastam horas e horas das suas vidas. E principalmente, devem deixar a vida dos outros. É bem verdade que os tais que encontram tempo para estarem preocupados com o trabalho que outros desenvolvem para Deus. Não entenderam a essência do evangelho, Deus é o Juiz. A grande constatação é fato: eles não tem conseguindo brotar em seus ministérios os frutos do Espírito, consideram que todos estão vivendo um evangelho pirata, do Paraguai, genérico, ou fajuto tendo como metáfora para falsificado. Aos que estão examinando a obra alheia e a considerando de má qualidade, deixo uma última consideração: não vos estribes em vosso conhecimento secular e cuidado com a falsa espiritualidade do certificado teológico; os discípulos sofreram grande vergonha, quando considerando os únicos queriam impedir outros de pregar o evangelho e passaram grande vergonha quando foram expulsar o espírito do endemoniado de Gadara. Caetano Barata Novos tempos da tecnologia da imprensa nos levam a reflexões relativamente velhas. Qual é realmente o papel da imprensa na vida da sociedade? A imprensa pode ser responsabilizada pelas ações das pessoas? As pessoas se deixam levar pela opinião da imprensa? Sendo sim, a todas as perguntas, vejam a culpabilidade que a toda mídia tem sido imposta. Se jovens asiáticas engravidam nos seus encontros marcados via contatos imediatos, online; ou ainda quando em contato com a ideologia fundamentada nessas necessidades jovens ocidentais se tornam homens bombas e às vezes, quando a notícia de corrupção ativa ou passiva cai na grande rede – a www, ressona na impressa escrita, salta como fogos de artifícios na TV aberta ou fechada, ainda assim, há alguns responsabilizando a velha e a nova mídia. A imprensa é culpada por noticiar o fato? A imprensa está perseguindo este ou aquele por dar uma informação? A imprensa está induzindo aos de índole má a cometerem outros crimes usando os métodos noticiados nos crimes anteriores? Alguns ainda querem viver na velha terminologia da informação – censurado. Culpar os que noticiam os fatos, sem apresentar juízo é injusto. A mídia é sempre avaliada pela “retórica de Paul Joseph Goebbels (Mönchengladbach, 29 de outubro de 1897 — Berlim, 1 de maio de 1945) foi o ministro da Propaganda de Adolf Hitler (Propagandaminister) na Alemanha Nazista.” Afirmava Goebbel, “repita uma mentira mil vezes e ela se tornará verdade.” A menos que estejamos todos incumbidos de aceitar a mentira como verdade ela mesmo assim, permanecerá na sua essência mentirosa. Ainda assim, mesmo que estejamos alguns comprometidos com essa mentira, a verdade sempre e continuará verdadeira para aqueles que estão comprometidos com ela. Enfim, não nos deixemos enganar quando alguns setores querem relativizar a mentira e a verdade, o bem e o mal. A responsabilidade não é da notícia, a responsabilidade é dos outros meios efetivamente a serviço da comunidade social mundial emaranhada no fio tecido pela deturpação da idéia. Os que deveriam educar, não educam; os que deveriam vigiar, não o fazem; aqueles que deveriam corrigir, não têm ferramentas adequadas. E não esqueçam o primeiro homicídio aconteceu numa época em que nem havia imprensa, jornal, televisão, lápis, caneta, carta ou email – o mal veio da mente humana. Caetano Barata Durante muitos anos eu fui militante negro. Defendia a causa negra; ainda hoje dói muito em mim, quando eu vejo um negro pedindo, “todo suado”, sem formação, sem educação, tratado como marginal, visto como suspeito, endividado, fazendo preconceito uns com os outros. Eu soltava a minha verve e largava a minha rima. Entretanto, eu cresci e percebi que havia além do negro, havia alguém mais importante e que nem todos davam importância: o ser humano. Conhecia pessoas brancas, sem instrução, sem trabalho, sem almoço e vez ou outra via essas pessoas batendo na porta de minha jovem mãe para lhe pedir uma “borra” de café. E a luz se acendeu, enquanto eu grito liberdade ao negro tem brancos que nem sabem como vão se virar para alimentar seus filhos. Assim, eu me libertei dos tambores que amo muito para servir a um outro ideal: como ajudar pessoas presas numa realidade sub-humana, fétida, indigna para uma realidade gloriosa e valorosa. Em meio a tantas ideologias, poucas vezes respeitamos a memória da Princesa Isabel, “a quem a Lei Aurea assinou e os escravos libertou da senzala do senhor, que covardia, chicoteado noite e dia” cantávamos. Meus respeitos a quem teve coragem e prejudicou uma nação inteira (Portugal) para beneficiar uma geração vindoura (a minha); quando assinou a Lei, a liberdade é um fato, mas sem a disposição da Princesa ela não existiria. Caetano Barata Olhamos maravilhados as ações táticas, do aparato bélico israelita, no Líbano. A utilização da violência como meio de alcançar objetivos diplomáticos é ainda a ferramenta mais eficaz. A violência sempre foi usada como instrumento para conquistar a confiança internacional. Afinal, quem vence é mais forte e pode nos oferecer ajuda nas nossas dificuldades e necessidades de enfrentarmos os nossos adversários. Um estressor (agente que causa estress) pode determinar um aumento na secreção de substâncias químicas do tipo adrenalina, hormônios e neurotransmissores, colocando o indivíduo numa posição de alarme, pronto para a luta ou para a fuga, isso não é nenhuma novidade para a ciência. É novidade para o homem comum que não foi preparado para lidar com a violência. Gostaríamos que a violência fosse desencadeada por um fator genético, mas infelizmente não há provas contundentes. Seria melhor ainda que fosse desenvolvida e aprendida, mas também não é possível uma afirmação dessas.



Educação em crise



Cidade bela, cidade “essa”, cidade aquela. É como afirmou Hashan no filme Quem quer ser um milionário: “Eles queriam conhecer a verdadeira Índia”. Quem olha a cidade de Saldador com os olhos da engenharia de tráfego pode encontrar ao menos um semáforo que não fecha para o pedestre, tem sinais apenas para os automóveis.
Aviso aos baianos torcedores do BA-VI
Domingo, 22 de março teremos o segundo BA-VI do ano. No primeiro o problema foi provocado por um salto alto que se quebrou. Esperamos, todos nós que sabemos os benefícios de termos uma sub-sede da Copa do Mundo aqui, uma partida harmoniosa dentro e fora do gramado. Famílias reunidas, felizes. A consumação de um empate seria perfeito.
Jornalistas, cronistas, desportistas, toda a mídia espera a afirmação desta sub-sede. Proveitosa para a toda a comunidade desportiva atual, futuras gerações de desportistas e principalmente como possibilidade de aberturas de práticas esportivas em Salvador.
Assim avisados estamos: a praça esportiva Roberto Santos (Estádio de Pituaçu) deve ser palco e espelho da receptividade aos desportistas e profissionais da mídia no momento do grande evento da Copa do Mundo no Brasil.
Chamados para defesa do Evangelho (Fl. 1:16)
Da consciência ao coração


Isso não é crise é usura
Nossa música – Frenesi destruidor
Marina Garnero – Entre o boletim de ocorrência e a morte
Obama calado, significa reprovação
Por favor, há vagas para Juízes
Democracia não é isso
Combatendo a violência contra a mulher
E que consciência é essa…
Nunca na história desse país, um Serventuário da Justiça foi transformado em réu depois do seu trabalho
Os fins, os meios e o êxito
A família – A Educação adestra e normaliza
FOUCAULT, M. Vigiar e punir: nascimento da prisão. Petrópolis: Vozes, 1987.
Entre o repeat e o delete
O que temos haver com a cruz?
Aceitando a Palavra de Deus, aceitamos a palavra do irmão
O voto – direito, devido e obrigado
A Teologia e o diálogo político em foco
As Escolhas são de Deus
Esses meninos do Brasil
Nossas escolhas: Obedecer ou sacrificar?
O remédio que cura
Uma Presidência, disputas infindáveis
Gestão pública sem diálogo é pacote pronto
Entre o subliminar e a burrice
Uma crise espiritual à vista
A verdade, o mal e a mídia
Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Joseph_Goebbels
Isabel teve amor a vida
Nosso Deus, nossa Segurança
O fato contundente é que violência nem sempre gera violência. Quem ganha com a violência é quem faz segurança; assim como quem ganha com carro quebrado é mecânico. Estamos num estado de choque. No ônibus, na rua, nos estádios, em nossas casas. A violência não tem ARENA, pode se realizar em qualquer lugar, não avisa e vem misteriosamente. Acompanhada do medo ela se apresenta tentando nos tornar reféns e prontos a não confiar na segurança de Deus. Em paz também me deitarei e dormirei, porque só tu, Senhor, me fazes habitar em segurança. (Sl. 4:8). Mas, dispostos a pagar por uma escolta armada com se isso fosse o necessário para acabar com a violência na sua raiz.
A violência por dinheiro nunca terá fim. Não adianta tentar se proteger. O número dos pobres é crescente, os números dos miseráveis e famintos também. Quem poderá nos proteger de todos eles invadindo nossas cidades, nossas ruas, nossas casas com seus problemas de fome, de nudez, de dívidas? Por causa da opressão dos pobres, e do gemido dos necessitados, levantar-me-ei agora, diz o Senhor; porei em segurança quem por ela suspira. (Sl. 12:5).
Caetano Barata
Louvor ao diálogo na revista Ultimato
Alegro-me em ver que os leitores de Ultimato compreendem a abertura proposta pela equipe de redatores da revista. Apesar de alguns considerarem uma forma de ecumenismo, uma forma de automática aceitação dos pontos de vista contrários a sã doutrina bíblica e um alijar-se da função apologética do Corpo de Cristo; devemos compreender que no mundo contemporâneo não cabe mais radicalismos brutais e/ou queima de livros.
Quando alguns que se dizem cristãos e fazem propostas de destruição do diálogo é uma demonstração clara do não entendimento do caráter de Deus. É óbvio que Deus poderia destruir satanás e todas as coisas permaneceriam limpas. Entretanto, Deus-Soberano permite a Lúcifer ter a opinião contrária, isto implica que Deus a nós e aos nossos outros irmãos efetivamente deixa uma demonstração clara da liberdade a qual podemos fazer uso.
É pena vermos alguns irmãos considerarem-se Deus e sem fazer o que Deus pede quer fazer o que Deus não manda, julga aos outros e pior muitas vezes limitados por uma ignorância de alta casca grossa. Enfim, obedeçamos a Deus: seja o nosso propósito não por trôpeço ou escândalo ao irmão.
Caetano Barata
Nos últimos dias, temos tido a oportunidade de entender a temeridade do julgamento precipitado. É necessário o entendimento dos procedimentos e até os estabelecermos, logicamente, quando ainda não estão claramente definidos para evitarmos atitudes e a execração do nosso próximo no momento em que ele é vítima.
Naturalmente, não vamos transferir a responsabilidade quando nossa para o Estado, quando dos filhos para os pais, ainda quando é dos alunos para os professores. Lamentavelmente, algumas pessoas ainda preferem argumentar que erram por ausência de ferramentas coercitivas. É um grande erro afirmar que os erros dos filhos sejam justificados pela não aplicação de correção dos pais.
Estamos colocando as endemias e epidemias sob toda a responsabilidade do governo. A negligência é clara nos bairros e mais especificamente nas casas, sobre os telhados, vasos, pneus velhos e reservatórios de água a céu aberto. E assim, morreremos porque é dever do estado melhorar a inconsciência do meu vizinho que não cobre seu reservatório e pouco está preocupado com quem é alvejado pela dengue hemorrágica.
Assim é duro ser Estado.
Caetano Barata
Sorrindo da miséria dos outros
Antigamente, achava engraçada a frase de um amigo sobre pessoas falecidas: antes ele do que eu. Ou a famosa: todos vão morrer e ninguém morre fora do tempo. Inegavelmente, frases que denotam um sentimento nada altruísta e de pouco afeto pela vida.
Recentemente, enquanto esperava um ônibus vi um automóvel quase capotar ao transpor um quebra-molas sem a devida precaução, um belo vôo. Um homem no ponto de ônibus soltou uma sonora gargalhada. Olhei-o nos olhos e impensadamente disse: ainda bem que ele não virou sobre nós. O homem emudeceu, empalidecendo.
Há em alguns homens uma satisfação mórbida na desgraça do seu próximo. Um ar circunspecto a curiosidade de ir ver o outro cravejado de balas na pedra. Não sabemos de onde vem essa disposição. E, certamente nunca saberemos. Entretanto, cada um pode examinar-se e lutar contra essa força de ir ver o outro destruído ou em sérias dificuldades.
Queira Deus que possamos desejar para o nosso próximo, tudo que desejamos para nós. Porque se tudo que já fizemos ou já desejamos para o nosso próximo retornar, seremos cobertos de bênçãos. E se o nosso sorriso for da miséria dos outros, certamente uma lágrima vai se transformar num choro de tristeza.
Caetano Barata
Quando o filme Tropa de Elite foi premiado, as pessoas inseridas no trabalho de concepção e produção do filme afirmaram que o reconhecimento do trabalho implica no fim das discussões sobre as afirmações do filme. É inegável que temos esse instinto de defesa. Recolhemos-nos ao silêncio quando após a contundência das nossas palavras, pela temeridade; e em nós ainda esperamos a retaliação dos obviamente “prejudicados” pela delação dos fatos, afinal “o vídeo imita a vida”.
São contundentes as questões sistemáticas: “quem quer sorrir, tem que fazer sorrir”, “todos são corruptos”, “quem usa é quem financia”, “quem apóia é também”, “quem é pobre tem mais motivos do que os ricos”.
Esses são alguns elementos que partem da realidade para o vídeo e não do vídeo para a realidade. Concluir que generalizar resolve, é a inanição desleal de uma sociedade enferma, de uma mente inerte, de uma disposição infiel com seus próprios princípios. Não queremos nos comprometer com a realidade às claras. Não se trata apenas de haver uma polícia melhor preparada do que outra se trata de uma realidade inaceitável, à qual não foi tomada como foco principal: quem financia, senão quem usa?! Quem é o maior acionista senão o pequeno cliente/usuário que se unindo a outros com um custo de R$ 0,33 centavos, perfazem números astronômicos? O filme passou, a mentalidade continua a mesma e a realidade perversa.
Caetano Barata
A discussão das ações científicas das pesquisas com células-tronco embrionária nos fazem convergir para um único pólo: por se multiplicar o entendimento científico o amor se esfria. Essa afirmação teológica nos faz entender que não adianta tentar impedir o avanço da ciência, a ciência se multiplica como a profecia biblíca, a Palavra de Deus é como uma torrente de água, é impossível detê-la.
É um fato que todas as experiências com células-tronco humanas; isto é, de indivíduos já adultos elas, redundam em avanços para a cura e melhora (perspectivas) de inúmeras doenças. Quando a ciência afirma que a sociedade já aprovou as pesquisas com células-tronco é devido a possibilidade de cura entre-aberta por esses estudos.
Teologia e Ciência não são irmãs desde há antiguidade. Lembremos e nos cuidemos para não voltarmos ao tempo da idade média, no qual, queriam lançar na fogueira aqueles que anunciavam as boas novas do entendimento: a terra é redonda, o sangue corre nas veias. Queira Deus que não tenhamos mais derramamentos de sangue culpado ou inocente… os vivos com saúde debilitada querem obter uma vida saudável, os que estão nascendo, querem crescer e formar outras vidas.
Onde a vida começa? Nós não sabemos, duvidamos, contestamos. E assim, surge o impasse.
Caetano Barata
O livre Arbítrio, a bênção e a maldição
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Uma das discussões mais antigas é da eficácia do livre arbítrio. Para algumas pessoas se Deus não queria a desobediência humana, deveria restringir algumas liberdades. Para alguns, se aconteceu é porque Deus consentiu, permitiu e aprovou. Sendo assim, condena-se Deus do crime de prevaricação, consentimento com o pecado; isto é, apoio ao errado em detrimento do certo.
O fato é que quando o modelo governista era teocrático, Deus no Poder; o povo de Israel pediu para ter um Rei, um governo humano e o governo da Igreja está nas mãos dos homens. Deus estabeleceu um modelo de conduta para que o homem seja alcançado pela bênção e deixou as condutas, as quais Deus não consentia e sobre os que as praticasse viriam maldições.
Podemos pelo livre arbítrio fazer o que quisermos. Entretanto, não estaremos escape das consequências diante da palavra de Deus. A palavra de Deus não volta vazia. Ainda consideramos demorada a correção por Deus dos que erram. Muitas vezes, temos assumido o risco de contrariar a vontade de Deus e considerar que podemos fazer o que quisermos sem sermos abalados, por que a Justiça de Deus demora.
Caetano Barata
Os cartões corporativos do Governo Federal Brasileiro estão em discussão e querem inclusive instaurar comissão parlamentar de inquérito (CPI). Entrementes, a demonstração clara de que as contas públicas e o controle das despesas nos parecem correrem soltas; surge a idéia da existência de um adicional salarial: um cartão de crédito com limite nada modesto; como se fosse uma grande surpresa o mal uso desse cartão.
Os reajustes salariais dos sistemas governistas brasileiro correm à solta; não há um critério eficaz, honesto de avaliação salarial. Afinal, quanto seria justo o ganha pão de um Governador, de um Deputado ou Juiz? Estes ganham bons salários e ainda se sentem mal remunerados, enquanto o salário mínimo mal cansegue comprar o básico e o artista que o recebe não pode ter vergonha de dizer que se sustenta com o abençoado mínimo.
Quanto ao faniquito de alguns referente ao cartão. No Brasil, existe uma estratégia muito comum: quando se quer minimizar um efeito, se faz com que outros aspectos menores tomem grande proporção. É pena que o povo ainda não tenha acordado para essas estratégias. E assim, vamos criar uma CPI para questionar gastos com chocolates, combustível, passagens aéreas enquanto não se sabe o que os magos estão escondendo dentro da cartola. Vamos esperar para ver a bomba explodir na mídia.
Caetano Barata
No dia do combate a intolerância religiosa um out-door chamou minha atenção. Imediatamente passei a meditar sobre os conceitos: intolerância e religiosa. Tolerância sem convivência é muito fácil nos out-door e da boca para fora. Misturar numa mesma discussão os conceitos de intolerância e religiosidade é ser simplista numa discussão de alta profundidade.
A religiosidade, sabemos que atrofia o homem e o impede de evoluir nas suas idéias e por fim aos seus preconceitos. Temos em nossa sociedade a predominância pela iniciativa ter partido deles e claro, terem se servido da oportunidade de vir desbravar o Brasil dos índios da denominação dos irmãos Católicos. É muito raro um homem não ser aprisionado por uma chantagem, não importando de qual natureza ela seja. Usa-se muito: morrerei na religião do meu pai ou da minha mãe. Sim, e isso basta?
Passada essas preliminares, necessárias para que não me considerem intolerante. Na minha humilde opinião, sou a favor de que cada um faça o que quiser. Enquanto queira. Forçado, não sou a favor. Batisar uma criança e considerá-la integrante de uma doutrina sem o consentimento dela, é no mínimo irracional (ausência de raciocínio); em seguida temos um câmbio das bênçãos de Deus. Afirmo isso sobre qualquer doutrina ou religião.
Os adeptos da Jirah usam crianças inocentes, lavando sua mente com o ódio religioso que eles possuem. Onde encontraremos tolerância religiosa?
É aceitável que eles usem crianças desde o início da sua infância para fazerem o que fazem quando crescem? Temos que nos curvar a tolerância religiosa para aceitarmos sacrifícios de crianças como na era das trevas? Não haverá liberdade de expressão, nem liberdade religiosa em nenhuma doutrina quando sabemos que sempre haverá discordância em inúmeros pontos doutrinários. O homem é universalmente idissiocrático. Certamente, nem todos da tolerância religiosa lançam mão de se colocar no lugar do outro antes de emitirem a sua opinião discorde ou não. Enfim, tolerância nos propõe conivência.
Caetano Barata
O adágio diz que duas cabeças pensam melhor do que uma. Mas, em diversas situações temos visto definitivamente o contrário. Não pensam melhor e pensam da forma mais divergente possível. Não sou psico, pisquê e não sou muito chegado a análise das faculdades alheias; não nos interessa os motivos das pessoas e sim o realce das suas diferenças, quando muitas vezes possuem tudo para estarem de comum acordo, isto é, comunhão; lamentavelmente estão divididas e envolvidas em grandes conflitos.
É exatamente, nesse paradigma que Jesus afirmou, os filhos das trevas são mais prudentes que os filhos da luz. Os que sabem fazer o mal, o fazem bem feito e os filhos da luz quando vão fazer o bem, são incompetentes, confusos, tímidos, medrosos e mais preocupados com o que vão dizer ou pensar do que com o bem que estão promovendo ou literalmente executando.
Enfim, a vida é assim: não se agrada a todos. Quem intentar tamanha tarefa perderá seu tempo, sua vida, sem conseguir. Assim sendo, temos a melhor tarefa usar a autenticidade, sustentar nossos princípios sem querer sem mais realista que o rei; diante disso a palavra de Deus ensina, não sejas demasiadamente justo, nem demasiadamente sábio; por que te destruirias a ti mesmo? (EC 7:16)
Caetano Barata
Administrando o bom planejamento
Os diversos apagões aéreos do ano passado deixaram em mim um respeito a idéia da palavra planejamento. Planejamento é fundamental na administração de uma escola, associação ou país. Como nos atrevemos a administrar uma nação sem considerarmos as condições indispensáveis de qualidade x crescimento.
Na área de segurança os especialistas investem em construir cadeias e prisões como se fôssemos sócios desse sistema perverso que é o sistema prisional brasileiro; não trata ninguém, ressocializa uma minoria, perfazendo um número insignificante de indivíduos que retornam para a vida social dignamente; os outros são considerados irreversíveis e estão condenados a morte e ao desterro em vida.
Inúmeros empreendimentos demonstram que a violência diminui com a presença de complexos esportivos em regiões violentas; entretanto, nas áreas de educação e esporte os especialistas preferem minimizar gastos a investir eficazmente para sustentar a qualidade da aplicação da pedagogia esportiva e dinâmica do aprendizado, não somente demorando em valorizar o profissional da educação e do esporte; como também não aplicando métodos de inibição da evasão e da violência.
Nos discursos tudo está planejado e estamos a um passo da tranformação, na eficácia da administração está ausente o planejamento como se num passe de mágica a efetivação dos projetos serão implantados e implementados; não obstante, ocorrendo o mau funcionamento do projeto é fácil encontrar responsáveis: comunidade desmotivada, profissional mal remunerado, sociedade em crise, família desestruturada; não haverá apagão, existem bastante velas no mundo; não haverá deseducados e ladrões na sociedade, outros presídios virão. Em xeque a capacidade de assumir o erro administrativo de não ter feito planejamento.
Caetano Barata
Ano de eleições, 2008 promete. A ida de Edson Almeida para o PT fez um grande rebuliço deixando muitos atônitos com a receptividade dos líderes da esquerda baiana. Surgiu uma expectativa, não podemos desrespeitar uma liderança como ele. Mas, inequivocamente se o Prefeito Edson não honrar aos compromissos da última eleição, deixará uma péssima idéia diante do conceito de fidelidade partidária, Ética Política; não honrar o que se diz no cenário político atual é vexatório.
O PT simõesfilhense certamente intenta lançar um candidato a cadeira de Prefeito; o PC do B que faz parte do Governo Federal, do Governo Estadual deverá também almejar um candidato a cadeira de Prefeito (e alguns dizem que o candidato do PC do B tem apoio de Lula); o DEM que está com um aspecto mais conciliatório, com um ar menos carrancista também deve ter um pleiteante a cadeira de Prefeito; a comunidade evangélica também tem suas legendas e devem efetivar um pleiteante a cadeira de Prefeito.
É preciso analisar as possibilidades elevando as discussões para o campo das ídéias, das propostas, dos programas de governabilidade. É necessário deixarmos de lado nossos afetos e desafetos para vermos quem tem melhor proposta de governabilidade para o município. O cenário atual é outro, o eleitor mudou sua forma de ver, tem tido um comportamento nas urnas surpreendente.
Não sabemos ao certo de onde vem essa capacidade crítica, sabemos sim, há alguma luz no fim do túnel.
Caetano Barata
Observando o conselho de vovó, vou observando os exemplos dos outros para não cometer os mesmos erros. No ano passado, chegou até nós via tv e internet a ponte americana que ruiu em meio ao rush da américa. A manutenção de uma ponte deve ser de alta complexidade, naturalmente, pela minha ignorância em Engenharia Civil.
No Brasil existem pontes, ferry-boat, estádios, aeronaves, controladores de vôos. Certamente, alguns modelos herança da revolução industrial e já com uns 30 anos de corrosão e desgaste natural pelo uso e pela natureza dos metais, não são para sempre.
Assim não sejamos tolos como em alguns anos trios elétricos pegaram fogo, aviões cairam, ferry-boats e balsas afundaram; nem como os de Tio Sam que viram a ponte cair. É competência da Infra-Estrutura analisar, conservar e manter nas mais diversas áreas equipamentos e serviços em condições de brasileiros e brasileiras desfrutarem desse país.
Feliz 2008
Caetano Barata
Administração de Vidas e responsabilidade
No ano de 2007, tivemos que conviver com situações das mais diversas. Brasileiros sem curso de Engenharia de aviação e sem tempo de vôo, numa fração de dias entendiam de manete, reversor, turbina e vociferavam conclusões como se fossem o próprio Alberto Santos Dumont.
No incêndio do Hospital das Clínicas em São Paulo, apesar de não ser bombeiro, de não ter curso de Administração Hospitalar e de nunca ter ido ao hospital das Clínicas, utilizando a minha inteligência de brasileiro axólogo; imaginei um cenário com 200 pacientes com quadro de alta complexidade e até no momento do “acidente – incidente” sofrendo intervenções cirurgicas; 15 ou 20 enfermeiras e 10 ou 12 médicos.
Enfim, nesse cenário a combinação de medo, desconhecimento dos procedimentos de evacução de uma área com fumaça asfixiando; ainda a locomoção dos pacientes com quadro complexo, as portas emergenciais fechadas com grossos cadeados (vivemos uma necessidade de segurança nos concedidas superficialmente pelos cadeados). Juntando-se a todos esses elementos adcionem a ausência de iluminação. Um cenário macabro, entretanto, nunca saberemos se houve combinação de resultados ou se devemos simplesmente fechar os olhos para as dívidas da administração do hospital e nos conformar suspirando… foi a mão de Deus.
É uma conclusão maligna, já que leva alguns a pensar: por que Deus não enviou um anjo para impedir outros acidentes no ano de 2007? O que pode levar outros a pensar: por que Deus não evitou que uma arquibancada cedesse e outra vidas morressem? Deus não vai fazer a obrigação do homem. Se não havia mais pessoas no Hospital das Clínicas na noite do incêndio é por que os homens que o administram fizeram o que outros não fazem; administram com inteligência e não com ganância os empreendimentos que estão sob a sua responsabilidade.
Caetano Barata
Algumas vezes, chega ao meu conhecimento a intimação trabalhista de algumas denominações tendo como reclamante na inicial pastores que dedicaram suas vidas a atividade do episcopado. Os argumentos para o pleito vão de danos morais, a indenizações trabalhistas. Não quero por ora, falar de direito trabalhista, apesar de haver respaldo jurisprudencial; não me atrevo a questionar a legislação. Onde há necessidade de defesa é da opinião indiscutível de Deus.
Na Carta aos Coríntios, há a instrução de sofrimento do dano. Em Mateus 5 – Jesus nos propôs andarmos outra milha, além da milha da lei. Assim, quando um irmão pastor leva os irmãos perante aos tribunais resta-nos uma pergunta: qual a ligação entre esse irmão e Deus? Jesus afirmou: Não podeis servir a dois deuses, ou servis a Deus ou ao dinheiro.
Devemos nos preocupar com isso? Não. Devemos interpor recurso já que o irmão considera justo pleitear junto às leis humanas ressarcimento e compensações financeiras? Não. Devemos antes avisar aos desavisados: este tipo de comportamento não condiz com o sacerdócio e não condiz com a conduta de oficial da Igreja e nem condiz com o caráter do salvo em Cristo Jesus.
Enfim, não quero com isso dizer que aconteçam esses desvarios. Levar o Corpo de Cristo ao Ministério Público é no mínimo insensato. Seria mais plausível dobrar o joelho, orar, implorar. Quando alguém vai buscar seus direitos no júri é porquê já não crê no Justo Juiz e já não há em seu coração a fé; obscureceu-se pela dúvida da fidelidade de Deus a sua Palavra. Por fim, há ausência de fé em quem se preocupa em querer receber os proventos de seu pleito; bem como há ausência de fé em quem se preocupa em buscar como não pagar. A orientação paulina teve várias vertentes e eu preferiria: Alexandre, o latoeiro, me fez muito mal; o Senhor lhe retribuirá segundo as suas obras. 2 Timóteo 4:14.
Caetano Barata
Preocupação inútil com o efêmero
Não devemos depositar a nossa confiança na força das coisas e dos cargos, pois, elas possuem uma efemeridade relativa as suas propriedades. É como dizer: tudo é passageiro, exceto cobrador e motorista. Algumas coisas duram muito e outras dura muito pouco. Pensamos sobre algumas coisas como se durassem para sempre. Mas, infelizmente não são eternas. Os cargos e suas benesses também não duram para sempre; podem durar e serem muito positivas e até parecerem que durarão para sempre, mas também passam. A arrogância e a pose que se usa quando se confia em algo ou num cargo é interessante. Quando a autoridade do cargo passa ou as forças das coisas desvanecem resta aquela sensação de estupidez. Talvez você não conheça nada que já tenha “passado”. Uma escola que tivesse o título de a melhor escola da capital ou um clube que fosse considerado o melhor clube de um estado. Mas, ambos caíram da sua pose de o melhor! Existiu uma escola não há muito tempo atrás. A escola Teresa de Lisieux – um colosso de escola. Todos que ali estudavam passavam em vestibular. Mas, a renomada escola teve que olhar para tudo que um dia foi e descobrir sem capacidade de continuar sustentando a posição de a melhor escola. Roberto Jefferson foi deputado por 23 anos e também foi cassado, no fundo, no fundo ele também acreditava ser intocável.
Se você está em alguma posição! Ou se sente o melhor em alguma coisa. Não esqueça que à soberba precede a queda. Não seria justo o uso das sandálias da humildade já que se sente alguma coisa ou alguém importante? Sabemos que às vezes algumas pessoas consideram que a quantidade de vezes que elas já concluíram uma faculdade dá a elas o direito de se sentirem intocáveis e até incapazes de receberem uma consultoria gratuita (conselho). Aqueles que se consideram alguma coisa não sendo nada se engana a si mesmo, pondera o Apóstolo Paulo.
Seria melhor que nós todos tivéssemos um exemplo de humildade. Um exemplo de que a soberba de alguns redundará em nada diante da morte ou da doença. Ou ainda termos a certeza de que naquele Grande Dia – no dia do Juízo Final – ela redundará em sofrimento eterno. É certo que um aviso possui um aspecto funesto, um ar de vingança diante da humilhação que alguns arrogantes e soberbos nos fazem sofrer. Mas, a sondagem do coração pertence a Deus e assim o meu a Deus entrego. Espero que a partir de agora retire a soberba do coração e desça do seu pedestal por que diante de Deus somos todos iguais.
Caetano Barata
Mudando atitudes, mudamos o ano Estamos entrando naquele clima natalino. Com ele vem aquela perspectiva do ano novo. No ano que vem faremos isso, aquilo e aquilo outro. No ano que vem investiremos mais na qualidade de vida da minha família: comprarei livros, ensinarei ao mais velho a tocar violão, ao mais novo a jogar xadrez, viajarei com a minha esposa para aqui bem pertinho. No ano que vem vou melhorar meu comportamento no trabalho, na faculdade, no meu clube.
É na verdade demagogia, não mudaremos em quase nada. Mudaremos apenas no que melhor nos convier. Buscaremos mais a satisfação dos nossos próprios interesses. Até o mais comunista está em extinção. Por que essa palavra comunista vem de tudo comum a todos. O que sabemos ser muito difícil essa divisão igualitária num mundo de competição predatória.
Lamentavelmente, as nossas pequenas atitudes denunciam o que somos nas grandes decisões. Imiscuídos em nossas próprias pretensões, pouco damos conta do nosso egoísmo exarcerbado e que ao nosso lado está alguém como nós necessitado de tudo que buscamos. Nos sentimos únicos, nos sentimos melhores do que os outros; quando tudo que temos devemos não a nossa capacidade pessoal, mas as oportunidades que recebemos para nos construirmos.
Caetano Barata
Os costumes, a nova circuncisão A ausência de bons exegetas e de as organizações religiosas estarem sendo dirigidas por uma maioria de leigos tem causado atritos santos, como causaram no princípio da pregação da palavra de Deus. No passado, Deus pôde usar Paulo inspirado pelo Espírito e não disposto a fazer política, exigindo de Pedro que não praticasse a desfaçatez. Estando com os Judeus concordar com os Judeus e estando com os Cristãos com os Cristãos. Nos dias de hoje esses problemas seriam facilmente solucionados por umas boas aulas de interpretação de textos no antigo segundo grau. (considerando que não há dolo e sim fé mal formada).
Pelo fato de Jesus ter se formado no berço do judaísmo e o cristianismo, após a morte de Jesus, ter sido considerada como uma heresia e um braço do judaísmo; alguns inclusive discípulos de Jesus tentaram manter princípios do judaísmo no cristianismo para fazer a política da boa vizinhança com os judeus. Num desses aspectos foi sobre a circuncisão. Um pouco de leitura dos nossos dias veremos como inseminamos novas circuncisões para que possamos distinguir um seguidor de Jesus. (A circuncisão nada é, e também a incircuncisão nada é, mas sim a observância dos mandamentos de Deus. I Co. 7:19).
Claramente, ocorre-nos o erro de querermos estigmatizar o nosso próximo com uma cicatriz ou tatuagem para que o possamos identificar para nossa proteção. (Pois nem a circuncisão nem a incircuncisão é coisa alguma, mas sim o ser uma nova criatura. Gl. 6:15). Nas sinagogas atuais, temos ensinamentos de que a roupa em si é um efeito de santidade. Uns outros consideram a forma de andar ou um carro novo como sinal da bênção de Deus; bem como o número de membros no ministério do pastor como o sinal da bênção de Deus. (Na verdade, todo homem anda qual uma sombra; na verdade, em vão se inquieta, amontoa riquezas, e não sabe quem as levará. Sl. 39:6).
Apesar de tantas exigências do cristão em sua lástima de vida espiritual, busquemos um pescador leigo como Pedro que apesar de suas dificuldades em compreender a grandeza da morte sacrificial de Jesus: em uma única pregação trás aos pés de Cristo três mil almas ou uma sombra espiritual igualmente a sua com poderes de curar. (De sorte que foram batizados os que receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas. At. 2:41).
Ou melhor, fazem-se tantas exigências do modo de vestir, do modo de usar o cabelo, a não freqüência em determinados ambientes, a não prática de esportes. Mas, falta-nos a circuncisão do coração. A exigência de arrancarmos primeiro de nós mesmos: a maldade, a preguiça espiritual, a glutonaria, a feitiçaria, a malícia, a inveja, o ódio, a prostituição, a avareza, a chocarrice, a zombaria, a cobiça da mulher dos outros, a profanação do templo de Deus com suas políticas eclesiásticas. (Os costumes dos povos são vaidades. Jr. 10:3).
Caetano Barata
A Insensatez não tem residência fixa Quando das Olimpíadas no Rio de Janeiro, eu cá com os meus botões pensava: dessa vez Cuba vai detonar e demonstrar que está tudo bem por lá e o castrismo vai se alastrar nas mentes brasileiras; tal não é novidade as autoridades cubanas deu show de arrogância e uma demonstração clara de que morar sob o regime cubano não é boa coisa.
Nos últimos dias, temos visto como viver no Brasil não é diferente de viver em Cuba ou em outro país da América Latina. Quando uma mulher é enviada ao sistema carcerário e convive com encarcerados do sexo masculino, começo a duvidar da minha sanidade mental. Já que duvidar da sensatez dessas autoridades pode se constituir crime como em Cuba ou Venezuela. Tenho lido e ouvido notícias de que algumas autoridades inseridas no contexto estão pedindo demissão. É urgente a reavaliação dessas pessoas que estão a serviço do Estado, a serviço da cidadania e não conseguem avaliar uma condição mínima de encarceramento. É muito cômodo quando um policial condiciona as suas atitudes e conclui que não cabe a ele avaliar se uma mulher pode ou não ser detida com presos do sexo masculino.
A sensatez também perdeu sua residência, em Salvador, quando autoridades constituídas pela nação para defender os interesses do cidadão conclui legal a utilização de uma praça desportiva com 75% das suas dependências sem condições de uso. Nessas situações, caiu por terra o argumento de que os inocentes são protegidos dos acidentes e fatalidades. É óbvio, no primeiro caso houve lesão corporal grave, não se responde penalmente, simplesmente, pedindo demissão; e no segundo caso, aconteceu homicídio culposo, a priori. Sobrando para o Estado pagar as contas e para as vítimas as consequências do fato da insensatez ter sido despejada.
Caetano Barata
Os pais ensinam, os filhos seguem se quiserem A educação dos pais com bons exemplos, explanações da Palavra de Deus, condução aos melhores ensinos seculares, ainda assim, em alguns casos tem se conflagrado em total disparidade entre o que esperamos de um filho bem educado e marginal.
Delimitações, castigos ou privações de amores em particular como a Palavra de Deus nos autoriza a castigar o filho com vara, uma expressão levada ao pé da letra pelos antigos. Culminando em retrógrado o pai que bate no filho. Os filhos têm, com raras exceções, seguido os exemplos negativos do pai. Não abrimos mão da psicologia que considera sermos produtos do meio em que vivemos.
Quando o pai é golpista, mau caráter e é bem sucedido, o filho vai creditar esse sucesso e considerar positivo imitar o pai. Mas, quando os pais são fidedignos e os filhos são trapaceiros, desonestos e descaminham-se para a malignidade não devemos como muitos têm feito: culpar os pais pela má herança ou pela má educação. Nós humanos temos a mais relevante dádiva de Deus: o livre arbítrio, a liberdade de escolha.
Assim sendo, podemos mostrar os resultados do gasto com álcool, prostituição, adultério e não vamos poder obrigar os nossos filhos a decidir entre a verdade e a mentira, entre o amor e o ódio porque cada um tem o direito de decidir o que quer independente do nosso conceito, opinião, amor ou investimento. Muitos não gostam dessa idéia mas, os filhos são empreendimentos que não tomaram conhecimento da licitação, do planejamento e das despesas efetivadas para que ele aprendesse a falar, andar, escrever e pensar o melhor para sua vida. Ainda há tempo para muitos.
Caetano Barata
Dia da Consciência Negra com matizes sociais e econômicas Por onde andam aqueles que nos disse: Enfim, só nos resta um: e daí?! E agora?! Não nos disseram o que fazer. E a bem da verdade, o dia da consciência negra serve no fundo, no fundo para execrar o péssimo conceito que estigmatizaram o negro. Ao negro cabe o aprendizado de que ser negro não é ser inferior aos outros. Todos já perceberam que a mais atual forma de discriminação é a sócio-financeira, se é negro ou branco pouco importa o que o mundo não quer é um mendigo parasita parado a sua porta implorando um prato de comida por piedade. Caetano Barata
- o racismo é coisa de negros.
E onde estão aqueles que nos disse:
- Você não faz nada para conseguir, enquanto nos suprimia o direito de ter conhecimento.
Há quanto anda a consciência dos que nos lograram com seus discursos falsos dizendo:
- Ali não é seu lugar, não nos meta vergonha.
Por que se calaram, tardiamente, aqueles que viram que capacidade e oportunidade são totalmente diferentes, quando disseram:
- Pensei que ele não ia se sair bem e ele demonstrou ser o melhor apesar de ser negro.
Nos limites da intolerância
Os nossos interesses espúrios e a nossa natureza treinada para constranger, manipular, sobrepondo aos outros sempre será o gerador da violência urbana. Não depende da inteligência ou do cabedal de conhecimentos evitar os conflitos. O homem não é um ser pacífico, é sim, um ser que se completa na guerra. As situações de perigo são imprescindíveis para o aprendizado da agressividade e utilização do poder de combate. Decidir por recuar ou enfrentar o perigo perfazem as escalas principais da geração da violência. Aprendemos ainda bem pequenos a não chegarmos à nossa casa, “apanhado” ou aprendemos a “apanhar” em casa depois de brigarmos na rua. A dureza ou moleza é um outro princípio ativo desenvolvido no ser humano. Ao homem foi dada a responsabilidade de suportar determinadas tarefas ou de reagir agressivamente a determinadas situações; o homem que não reage duramente a alguns desafios é tido como “frouxo”. Vivemos em todo o tempo numa relação de domínio e força. Alguém tem que ceder, alguém tem que tremer, um outro vai amarelar. Ainda que armado com os punhos; talvez com armas de grosso calibre, pouco importa. Aprende-se cedo a não voltar envergonhado após apanhar de um fraco ou lerdo. Os homens são bombardeados de idéias. Entretanto, o mais difícil é vencer a si mesmo quando se tem forças para esmagar o outro, mas propor a paz. Caetano Barata





















galeota disse
Também concordo plenamente com você. Os atletas brasileiros querem, a cada dia, superar suas possibilidades para ver, coitados, se aparecem na mídia e com isso ganham uma esperança a mais de que um dia haja algum empresário estrangeiro que queira bancar o seu esforço, porque no Brasil mesmo… só suor, só suor. O Brasil vai ganhando nome no esporte pelo esforço daqueles que querem sair do Brasil, para obter apoio e dinheiro fazendo aquilo que sabem e gostam de fazer. Parabéns pelo texto.
Paulo Gilberto disse
Alô, Caetano Barata,
Nessa eu também vou.
“ADMINISTRANDO O BOM PLANEJAMENTO”
Planejamento é algo que está presente em todos os seguimentos da vida humana, pois, esse, desde que estabeleceu a sua convivência em sociedade teve que aprender a planejar, coisa esquecida pelos humanos brasileiros, aqui, planejamento é feito para ser desrespeitado, deprezado, esquecido, ignorado. Custando alto preço para a sociedade tupiniquim. Planejamento é tão importante para o ser humano social que deveria ser matéria obrigatória em todos os níveis de escolaridade, assim o cidadão seria sim, um ser organizado em todos os sentidos. O professor planejaria melhor o conteúdo a ser ministrado a seus alunos em um determinado período, o corpo técnico de uma escola iria planejar e administrar melhor o projeto pedagógico da escola. Aí, o ser humano brasileiro seria um ser pensante e capaz de organizar o planejamento do individual ao coletivo, aprenderia a respeita-lo a ter fé no que planejou, e jamais ignorar o planejamento de uma entidade. Ministros, Secretários de Estado, Secretários de Municípios, Presidente da República, Governadores , Prefeitos, todos seriam capazes de planejar e de administrar melhor o planejamento dos seus Auxiliares. Aí, o nosso país não desperdiçaria dinheiro, tempo, prestigio. E assim, seriamos uma grande NAÇÃO.
Salvador 16 de janeiro de 2008
line------ isso e mole??-----brincadeirinha disse
to brincando gnt tbm concordo cm vc!!! :) msm 100 t lido uma so palavra eu so to mandando pq eu n tenho nd + tedioso pra faze!!!
joão disse
oi professor valeu por me deixar o atleta q eu sou hoje.