Pensando & Expressando Opinião: Caetano Barata

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O Grito dos Excluídos e Marcha Contra a Corrupção

Publicado por Caetano Barata em 23/09/2011

Germano Machado – germanomachado83@gmail.com

Anteontem, 07 de setembro de 2011, comemoração da Independência do Brasil, hoje dependente dos poderes Legislativo, Judiciário e Executivo, com as devidas e necessárias exceções, que ainda existem, o país protestou. É o chamado e, hoje, agora, mais do que necessário, o Grito dos Excluídos e Marcha Contra a Corrupção. Partiram de Brasília, naturalmente, apoiados pela CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, OAB, Ordem dos Advogados do Brasil e ABI, Associação Brasileira de Imprensa, três órgãos de grande peso moral. Depois, esses protestos espraiaram-se a São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e a todas as capitais e até cidades, de Norte a Sul do país. Embora, todos os anos, se faça presente, o Grito dos Excluídos 2011 começou pelas pequenas notícias nos espaços próprios dos jornais, indo para os sites: orkut, facebook, twitter, incitando-se para um “basta” à corrupção nos poderes, em particular, Câmara e Senado (excluídos, evidentemente, os corretos – estes incluídos no ato). O Grito dos Excluídos e Marcha Contra a Corrupção, um ato conjunto e que, ambos, equivaleram à metade das forças e pessoas do ato oficial, o que agrava a situação.

Em O Globo, o jornalista Merval Pereira (e-mail: merval@oglobo.com.br) em sua coluna, no artigo de título alertador e indicativo – Algo se Move -, analisa o assunto desde Collor, em que as entidades citadas começaram o trajeto da queda daquele presidente. Derrotada a Ficha Limpa, ofendeu a Igreja Católica e outras instituições cristãs e particulares, inclusive as citadas, assim como as pessoas decentes de todas as denominações religiosas, políticas, civis. Lembre-se que a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, no dia 20 deste mês, se junta apoiando aos manifestantes dessa data, que são de variada procedência, sobretudo de jovens.

E o que subjaz é que a presidente Dilma Roussef deu o “pontapé inicial” com a expressão usada de “faxina”, ou quedas de corruptos em vários ministérios. É verdade que, na véspera do 07 de setembro, a presidente esteve em cadeia nacional de televisão e falou contra a corrupção, habilmente resguardando-se do que já tinha conhecimento oficial, para acontecer no 07 de setembro, ou seja, o Grito dos Excluídos e a Marcha Contra a Corrupção. E no 07 de setembro, aparece publicamente com a jovem filha Paula, o genro Rafael e o netinho Gabriel: família unida, unida vence e supera desafios, ninguém pode ser contra um “netinho”. Afinal, precisa dessa demonstração preventiva e tem sido mulher de alerta e alertada. Dilma Roussef, nossa presidente, presidente eleita do Brasil, além de culta, habilidosa, está hoje dirigindo o Poder Nacional do Estado, e ontem, em época longínqua, conheceu ações opostas que não pode nem deve a elas retornar, o que está demonstrando. Terá de enfrentar a corrupção, como fez já em vários ministérios, desvencilhar-se de quem não a seguir nessa luta ética, uma era nova se estabelecerá assim.

Alguém dos serviços de inteligência ou, mesmo seu Ministro do Exterior, lhe mostrará, certamente, trechos de O Príncipe, de Maquiavel muito atuais e próprios… Desejo que Dilma Roussef, como presidente, e nós, como seus “súditos”, alcançaremos um tempo melhor, desaparecendo pouco a pouco tanta corrupção.

Não deverá negligenciar sobre o Grito dos Excluídos e a Marcha contra a Corrupção na data da Independência do Brasil, 07 de setembro.

Germano Machado

Por obséquio, comentem e passem para os outros, para que seja uma corrente, pelo bem do Brasil, independente de credo e partido político. Não estou objetivando nada contra a Presidente Dilma, ao contrário, para que ela tenha meios de se defender de tais indivíduos, mensaleiros de todos os partidos, corruptos de todas as linhas.

Germano Machado – Fundador do CEPA Brasil – das Academias Mater Salvatoris, da Academia Baiana de Educação, aposentado da UFBA e da UCSAL

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Palestra de Germano Machado na Academia ALAS

Publicado por Caetano Barata em 30/03/2011

A Academia de Letras e Artes do Salvador convida cepistas, Diretoria, conselheiros e usuários deste site para participarem da Palestra “Agostinismo Hoje”, a ser proferida pelo fundador do CEPA Brasil professor Germano Machado, Membro das Academias ALAS, Baiana de Educação e Mater Salvatoris. No dia 04 abril, (segunda-feira), horário: 19h30min. Local: Santa Casa de Misericórdia da Bahia. Na Avenida Joana Angélica, nº 79 – Complexo Pupileira, Nazaré – Salão Rainha Leonor – Salvador – Bahia

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Performance musical e poética no CEPA

Publicado por Caetano Barata em 17/10/2010

O encontro de Performances musicais e poéticas, ontem (16 de outubro), na Faculdade 2 de Julho, na reunião do CEPA – Círculo de Estudo Pensamento e Ação, contou com as presenças de: Inaê Sodré – atriz, poeta, escritora e cantora, formada em letras pela UFBA, Barnahrd – músico pela UCSAL – compositor e cantor; Géssica Moura – intérprete e compositora; além de Gibran Sousa, dos fotógrafos Ítalo Oliveira e Dandara Espinheira, do músico Marcos Brito, da escritora Luzinete Mello, do poeta Pareta e do poeta e psicólogo Élder Carlos.

vejam algumas fotos:

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Não podemos ficar calados

Publicado por Caetano Barata em 15/10/2010

Germano Machado – germanomachado83@gmail.com

Não podemos ficar calados – citação no artigo de Ivan de Carvalho, na Tribuna da Bahia, frase profética do tão caluniado e difamado Papa Pio XII. O papa Pacelli já antevia o que se está vendo, na Europa e no mundo hoje, “a cultura de morte”, com o aborto naturalizado, aceito, justificado e dogmatizado, e a eutanásia para matar os velhos e anciãos que já não podem produzir. Portanto, vitória do hitlerismo nazista, e do capitalismo preso apenas ao lucro e à produção. Pio XII salvou centenas e centenas de judeus em Roma e Itália, favoreceu a saída de judeus para as Américas, inclusive o Brasil e recebeu agradecimentos pessoais do rabino maior de Roma, expressivo e direto, tendo o mesmo pensamento de Pacelli sobre a “cultura de morte”. Agora, Dom Aldo Fagotto, Arcebispo da Paraíba, neste vasto Nordeste apresenta um documento pessoal e oficial, em vídeo que está sendo amplamente divulgado na batalha contra o aborto e evidente, contra o PNDH3 do Governo Federal e seu partido, sua candidata, que é dúbia no assunto. Na Bahia, sob o patrocínio do Instituto da família, da UCSAL, na direção de Dom João Carlos Petrini , o jornalista Carlos Alberto Di Franco tratou desses assuntos, presente o Cardeal Primaz do Brasil Dom Geraldo Magella. Na palestra, o ilustre jornalista e figura de relevo internacional em Comunicação mostrou que o PNDH3 destrói a sensibilidade moral, aceita o aborto, favorece o papel governamental de combater a libertade de imprensa, inclusive de uma ditadura disfarçada, com o nome de democracia direta. Católicos, evangélicos e espíritas combatem e não aceitam o aborto, a eutanásia e assim o PNDH3. Ainda na Bahia, o criterioso e discriminado em seu antigo partido, Deputado Luiz Bassuma é prócer em Defesa da Vida contra o Aborto, manteve sempre clara sua posição, igualmente no PV e por isso tem mérito. Sua palavra no Movimento Educativo Cultural CEPA – Círculo de Estudo Pensamento e Ação, em 2009, recebeu toda acolhida. O CEPA é desfavorável totalmente ao PNDH3, ao aborto, a eutanásia – a “cultura de morte”.

O artigo tão incisivo e sério de Ivan de Carvalho merece atenção de todos os baianos e brasileiros. De forma inteligente, ironicamente socrático, o jornalista Jolival de Freitas, na mesma Tribuna da Bahia escreveu – “Dilma, aborto, imprensa, democracia e Anísio”. Os dois artigos querem preservar a democracia brasileira. Afinal, sem a imprensa livre não há democracia, mas o Presidente, sua candidata, seu partido, acham que só é boa quando os trata bem, quando denuncia e combate é contra a democracia.

O texto do Apocalipse no capítulo 3 versículo 15 citado por Ivan de Carvalho afirma – “porque não és frio, nem és quente, mas és morno, eu te vomito de minha boca”. Deve alertar a todos os brasileiros e é por isso que não somos frios, nem mornos mas, quentes, quer dizer, verdadeiros, não podemos calar pelo bem do Brasil. Não se pode calar porque, em 1933, aqueles que calaram deram portas abertas para o nazismo ser o que foi. Dessa forma, tenhamos hoje uma postura de denúncia, para não acontecer o que aconteceu na pátria de Goethe. De fato, calar é trair. Não podemos ficar calados

Germano Machado – Fundador do CEPA Brasil – das Academias Mater Salvatoris, da Academia Baiana de Educação, aposentado da UFBA e da UCSAL

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