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Antonio Patury e Cyda Lyma no CEPA

Publicado por Caetano Barata em 28/11/2009

Ascom do CEPA

Patury no CEPA

Hoje, 28 de novembro, no Círculo de Estudo Pensamento e Ação – CEPA – Movimento Educativo Cultural aconteceu a palestra de Antonio Patury sobre Mercado Fonográfico Baiano. Patury é produtor musical baiano, trabalhou 10 anos na EMI e 5 na SONY, 4 na Eldorado como Diretor Artístico, produziu Daniela Mercury, Mara Maravilha, Ilê Aiyê, Sarajane, Frutos Tropicais, Fundador do Araketu, autor da Dança do Índio e outras músicas.

O momento musical ficou por conta da cantora Cida Lima. Com seu novo Cd “DÁ LIÇENÇA EU SOU DA AMÉRICA”, Cyda Lyma volta a mexer em seu caldeirão, misturando o Pop com a levada do Soul. Um material diferenciado, com belíssimas canções. No Cd tem de tudo, música que faz uma homenagem ao Ilê, ao presidente norte-americano Barack Obama e que alerta a população sobre a preservação do meio-ambiente. Confira mais no site da cantora.

http://www.cydalymatudosetransforma.com/site/

Tivemos ainda a palestra de Rosa Valente sobre o Espírito do Natal.

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Palestra com Deputado Federal Bassuma na sede do Partido Verde – Salvador

Publicado por Caetano Barata em 26/11/2009

Ascom do PV

Deputado Federal Bassuma palestrará para militantes.

O Partido Verde Bahia convida seus militantes à participar de palestra com o Deputado Federal Luiz Carlos Bassuma com o tema “Conjuntura Politica”, na segunda-feira dia 30 de novembro às 20 horas, na sede estadual do PV Bahia situada na Rua João Gomes 160, Rio Vermelho, Salvador.

O Deputado Federal Luiz Bassuma está entusiasmado em participar das eleições para Governador. “Desde quando cheguei ao PV demonstrei que estou engajado para esse desafio. Me coloco a disposição e é com desejo para participar, mas é bom deixar claro que quem vai decidir são as bases do partido. Estou fazendo a minha parte, pois acredito que vamos disputar para ganhar”. O parlamentar, que há pouco tempo se desvinculou do PT, fez duras críticas ao seu ex-partido e a atual gestão do governador Jaques Wagner na Bahia. “A população está descontente e não se sente representada, apesar da esperança que foi depositada logo quando ele assumiu. O PV surge como uma alternativa para que a comunidade possa acreditar nas nossas propostas”, disse.

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Genoma e impacto do ambiente abrem novos rumos para teoria da evolução

Publicado por Caetano Barata em 25/11/2009

Publicação de ‘A Origem das Espécies’ completa 150 anos nesta terça (24).
Leia reportagem ‘O que nem Darwin imaginava’, da revista ‘Unesp Ciência’.

Pablo Nogueira Da ‘Unesp Ciência’

Neste novembro as comemorações do bicentenário de nascimento de Charles Darwin (1809-1882) atingem seu ponto máximo. Foi neste mês, há 150 anos, que ocorreu a publicação da primeira edição de “A Origem das Espécies”, o livro que inscreveu o naturalista no hall dos grandes gênios da ciência.

Embora ninguém questione a grandiosidade do feito intelectual de Darwin – afinal, conceitos como adaptação, evolução e seleção são alguns dos fundamentos da biologia moderna –, são cada vez mais expressivas as vozes que defendem que “A Origem…” não é a última palavra na tentativa de explicar os mecanismos pelos quais a vida se reinventa e se diversifica. Observações feitas em novas áreas de investigação, como a genômica e a epigenética, não encontram paralelo no pensamento de Darwin. E há quem proponha que talvez seja necessária uma nova revolução conceitual na biologia.

Na verdade, o que se ensina hoje sobre evolução já é uma versão expandida e melhorada do pensamento do naturalista inglês. Darwin não conhecia, por exemplo, o trabalho do monge austríaco Gregor Mendel (1822-1884), apesar de eles terem sido contemporâneos.

Foi somente no início do século 20 que biólogos do Ocidente tiveram contato com os estudos de Mendel sobre hereditariedade, o que levou ao conceito de gene e ao surgimento da genética. A fusão das ideias propostas pelos dois pensadores começou a ser elaborada na década de 1930 e recebeu o nome de Síntese Evolutiva ou neodarwinista. Em suas elaborações, os biólogos neodarwinistas reservaram para o gene um lugar central.

Mutações na sua estrutura levariam ao aparecimento da grande diversidade de características dos seres vivos, sobre as quais atua a seleção natural. A maior ou menor vantagem adaptativa conferida ao organismo por uma mutação resultaria na variação da frequência da mutação em uma população. Traços como o comportamento social e cooperativo em insetos, animais e até em humanos seriam apenas esforços dos organismos para assegurar a transmissão de suas fitinhas de DNA, mantendo elevadas as frequências daqueles genes.

Essa visão, que muitos taxaram de “genecêntrica”, foi radicalizada pelo inglês Richard Dawkins, que afirmou nos anos 1970 que a preservação das sequências de bases nitrogenadas “é a razão última de nossa existência”, e que todos os organismos são só grandes “máquinas de sobrevivência” do próprio material genético.

Papel dos genes

Provêm justamente do estudo dos genes – mais especialmente da genômica, a disciplina que estuda os mecanismos do genoma (o conjunto de genes) – as novidades que estão pondo em xeque algumas das ideias mais tradicionais sobre evolução. “Antes da genômica, havia poucas formas de pesquisar a evolução experimentalmente”, lembra Ney Lemke, professor do Instituto de Biociências da Unesp de Botucatu e pesquisador na área de redes biológicas. “Ficava-se restrito ao estudo de fósseis, a experimentos de reprodução dirigida e a pouca coisa mais.”

Hoje há várias formas de observar em tempo real o processo de variação e seleção que leva ao surgimento de novas variedades de organismos, como exemplifica o pesquisador. “Alguns experimentos cultivam colônias de bactérias tipo Escherichia coli [comumente encontrada no intestino humano] em laboratório por décadas, monitorando o aparecimento das mutações no genoma e as consequências que elas acarretam para as sucessivas gerações. Isso permite acompanhar a evolução passo a passo e testar modelos para refutá-los ou confirmá-los. A pesquisa sobre evolução passa de um debate qualitativo e abstrato para o âmbito da avaliação quantitativa.”

A pesquisa genômica abriu os olhos dos pesquisadores para uma série de fenômenos de cuja existência nem Darwin nem seus seguidores suspeitavam. São mecanismos como a transmissão horizontal de genes (THG), que consiste na troca de sequências de bases e de pedaços inteiros de genoma entre seres tão diferentes como vírus, bactérias, plantas e animais, incluindo o homem. Ou a metilação de DNA, que permite que indivíduos portadores das mesmas características genéticas apresentem aspectos bem diferentes.

Alguns geneticistas estão repensando até a própria definição de gene

Também surpreendem as grandes diferenças de arranjos na estrutura do genoma que podem ser observadas em espécies que, evolutivamente falando, são muito próximas. E, como se não bastasse todo esse movimento, alguns geneticistas estão repensando até a própria definição de gene.

Quando o Projeto Genoma Humano foi iniciado, em 1990, acreditava-se que ele traria a chave para a compreensão do Homo sapiens. “Na época havia a crença de que a maior parte dos genes se destinava a codificar proteínas. Por isso, uma vez descoberto esse código, esperava-se que seria possível prever o desenvolvimento do indivíduo”, explica Gustavo Maia Souza, professor-colaborador da Unesp de Rio Claro.

Ao longo dos anos 1990 foram anunciadas descobertas de genes supostamente responsáveis por originar as mais diversas características, do alcoolismo à homossexualidade. O projeto chegou ao fim em 2003, e até 2008 resultados mais acurados continuavam sendo divulgados.

Mas, ao longo desses anos, uma reviravolta aconteceu. Em vez dos cerca de 100 mil genes estimados, os biólogos encontraram menos de 30 mil. Descobriu-se que mais da metade não codificava nenhuma proteína, sendo por isso batizada de “DNA lixo”. E mesmo a parte “funcional” do genoma se comportava de modo estranho, com alguns genes se mostrando capazes de codificar mais de uma proteína.

Hoje sabemos que até a posição do gene pode influenciar sua capacidade de dar origem a uma proteína. E que o tal do DNA lixo tem o poder de regular os mecanismos de síntese proteica, estabelecendo os momentos e circunstâncias em que ela vai ocorrer.

“Hoje os geneticistas falam na ação combinada de dezenas ou centenas de genes que interagem simultaneamente para afetar a expressão de uma única característica”, escreve a bióloga israelense Eva Jablonka em seu livro “Evolution in four Dimensions”. “Ficou para trás a época em que o genoma era visto como uma biblioteca de genes individuais – unidades autônomas que produzem sempre o mesmo efeito. E se o genoma é um sistema organizado, em vez de apenas uma coleção de genes, então o processo que gera variação pode ser uma propriedade do próprio sistema, que é regulada e modulada pelo genoma e pela célula”, diz ela.

Árvore redesenhada

Tais descobertas estão sendo lentamente assimiladas ao repertório de noções sobre evolução. Uma das primeiras formulações esboçadas é uma crítica à chamada “árvore da vida” – o clássico gráfico que o inglês esboçou para explicar seu pensamento. Acontece que a colocação das espécies distintas em “galhos” divergentes sugere uma transmissão de genes apenas da espécie ancestral para a sucessora, pressupondo um isolamento entre os organismos que não é compatível com o que sabemos agora a respeito da troca horizontal de genes.

“Com certeza, no primeiro bilhão de anos após o surgimento da vida, a transferência horizontal de genes era algo muito frequente entre os seres vivos”, explica Aldo Mellender, geneticista e professor de História das Ideias sobre Evolução Biológica na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. “E mesmo hoje continua havendo grande troca de material por essa via”, diz. “Fenômenos como o aumento de resistência entre bactérias do tipo E. coli se devem à capacidade que elas têm de trocar genes entre si”, complementa Lemke.

“A transmissão horizontal de genes implica que certas características de um organismo são oriundas de outras espécies que vivam no mesmo ambiente. A ideia da árvore da vida não se sustenta”, diz. Mellender concorda: “A imagem da árvore [original] ficou comprometida. Mais adequado é imaginar uma figura onde os vários galhos estejam ligados uns aos outros.”

Outro conceito visado é o de que as transformações nos organismos são gradativas. Em sete oportunidades, Darwin escreveu que “natura non facit saltum” (a natureza não dá saltos). Os seres vivos passariam por pequenas mudanças. Se elas conferissem alguma vantagem adaptativa, seriam acumuladas ao longo do tempo, e o processo eventualmente levaria ao surgimento de novas espécies.

Essa perspectiva foi questionada ainda no século 19 por ninguém menos do que T. H. Huxley, na época o mais destacado defensor das ideias de Darwin. Mas no século 20 o gradualismo foi abraçado pela síntese neodarwinista.

Leia mais no G1.
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1390016-5603,00.html

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Patury no CEPA

Publicado por Caetano Barata em 23/11/2009

ASCOM do CEPA em Salvador

No dia 28 de novembro, a partir das 14 horas, o Círculo de Estudo Pensamento e Ação – CEPA – Movimento Educativo Cultural receberá a presença de Antonio Patury, produtor musical que já trabalhou com Daniela Mercury, Mara Maravilha, Sarajane, Frutos Tropicais, Fundador do Araketu, autor da Dança do Índio e outras músicas, palestrará sobre o tema: Mercado Fonográfico Baiano e teremos ainda a presença da cantora Cida Lima. Em seguida, a palestra de Rosa Valente sobre o Espírito do Natal.

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Perito quebra sigilo e descobre voto de eleitores em urna eletrônica do Brasil

Publicado por Caetano Barata em 23/11/2009

Por Guilherme Felitti, do IDG Now!

Publicada em 20 de novembro de 2009 às 18h14

Especialista ganha prêmio do TSE por registrar interferência da urna sobre rádio, o que permitiria romper segredo por meio de receptores baratos.

Durante os testes promovidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para testar a segurança da urna eletrônica a ser usada nas eleições de 2010, um perito teve sucesso em quebrar o sigilo eleitoral e descobrir, por meio de radiofrequência, o candidato escolhido pelo eleitor.

O consultor Sérgio Freitas da Silva compôs o grupo de 32 especialistas convocados pelo TSE e compareceu à sede do órgão na terça-feira (10/11), primeiro dia dos testes, com a estratégia de detectar a interferência eletromagnética que a urna exerce sobre as ondas de rádio.

“Fiz meu experimento em 29 minutos e obtive sucesso no escopo que estava proposto: rastrear a interferência e gravar arquivos para comprovar a materialidade do fenômeno”, que sintonizam ondas longas e curtas e estações em AM e FM.

Segundo Sérgio, o equipamento usado é encontrado em rádios convencionais vendidos nas lojas, “destes que custam 10 reais”. A técnica acabou dando a Sérgio a primeira posição no concurso de melhorias para urna promovido pelo TSE, o que lhe rendeu prêmio de cinco mil reais.

“Enquanto eu digitava na urna, rastreava através do rádio pra ver se detectava alguma interferência. Consegui rastrear a interferência que isto provocava na onda, gravando um arquivo WAV com estes sons”, explica.

Sérgio explica que após gravar os ruídos que os botões da urna eletrônica exercem sobre a onda é possível decodificar os sons, o que levaria à descoberta dos candidatos escolhidos pelo eleitor, quebrando seu sigilo.

“É como se o teclado da urna eletrônica se transformasse em um teclado musical, conseguindo rastrear a tonalidade da interferência neste arquivo WAV que gravei”, compara.

A técnica descrita por Sérgio é chamada de Van Eck Phreaking, segundo o especialista em segurança Marco Canut, que confirma a possibilidade de quebra do sigilo eleitor caso o método seja aplicado à urna eletrônica brasileira.

Canut é diretor geral da Tempest, consultoria de segurança contratada tanto pela iniciativa privada como pelo Governo para realizar testes de segurança em sistemas computacionais, mesmo intuito do TSE ao convocar os 32 especialistas que atacariam a urna eletrônica.

“Todo computador é uma pequena estação de rádio, emitindo ondas eletromagnéticas”, explica Canut. Enquanto os humanos notam como um chiado, a interferência pode ser “entendida” por máquinas, demonstrando qual a tecla escolhida pelo eleitor.

No experimento realizado no TSE, o perito precisava estar a até 20 centímetros da urna para que sua interferência fosse sentida no receptor do rádio.

É o próprio Sérgio, porém, quem esclarece que o uso de antenas mais potentes podem fazer com que a captação seja feita a até dezenas de metros da urna, como demonstraram os pesquisadores Martin Vaugnoux e Sylvain Pasini.

No experimento, gravado em vídeo no Vimeo, o apertar de botões em teclados convencionais poderiam ser interceptados e decifrados a até 20 metros de distância de onde a suposta vítima usava seu computador.

Se aplicássemos o modelo para seções eleitorais brasileiras, a distância seria suficiente não apenas para eleitores ou acompanhantes longe das salas onde as urnas estão, mas também para imóveis vizinhos aos prédios onde acontecem as votações.

Sérgio explica que seriam necessárias antenas mais potentes que melhorem a recepção do sinal no sistema. A estratégia quebra o sigilo do eleitor, não podendo ser aplicada para alterar os resultados de votações.

Durante a Guerra Fria, o exército dos Estados Unidos descreveu os perigos da interceptação de ondas eletromagnéticas em documentos conhecidos como Tempest, nome que acabou se tornando o apelido da técnica, explica Canut.

Desde então, as instalações militares norte-americanas usam técnicas que as blindam do vazamento eletromagnético. O especialista não vê a blindagem da urna eletrônica como uma saída plausível já que a “tornaria mais cara, mais pesada e de manutenção mais díficil”.

Possíveis alterações que poderiam minimizar a emissão de onda pela urna, sugere Canut, incluiriam o uso de teclados sensíveis a toque, menos invasivos que os mecânicos usados atualmente pelo TSE.

Procurado pela reportagem, o TSE confirmou que, ao contrário do que havia confirmado anteriormente, quando disse que nenhuma estratégia de ataque havia tido sucesso, que o teste de Sérgio foi bem sucessido, mas fez ressalvas.

“Nas condições que ele conseguiu, a repetição durante uma eleição é impraticável. Seria necessário que a pessoa ficasse a centímetros da urna, o que não é permitido. A cabine é vigiada pelos mesários. Ninguém pode ficar próximo”, afirmou o o secretário de tecnologia do TSE, Giuseppe Gianino.

Questionado sobre a possibilidade de uso de equipamento mais potente, levantada pelo próprio Sérgio, Gianino afirmou que se trata “do campo teórico”. “Se tivesse realmente a possibilidade, ele (Sérgio) teria apresentado um aparelho que faria isto”.

http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2009/11/20/perito-quebra-sigilo-eleitoral-e-descobre-voto-de-eleitores-na-urna-eletronica/

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‘Todo mundo já deu palpite, agora a decisão é minha’, diz Lula sobre Battisti

Publicado por Caetano Barata em 23/11/2009

STF autorizou extradição do ex-ativista, mas palavra final será de Lula.
Ele reiterou que tomará decisão somente após acórdão do Supremo.

Diego Abreu Do G1, em Brasília

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou neste domingo (22) que colocará um ponto final no caso que envolve a extradição do ex-ativista Cesare Battisti para a Itália somente após o Supremo Tribunal Federal (STF) publicar o acórdão (a síntese do julgamento). Na última quarta (18), o STF autorizou a extradição, mas deixou a palavra final sobre a entrega do italiano para Lula.

“Não comento Battisti, porque não recebi sequer a decisão da Suprema Corte”, disse. Lula, porém, avisou que após inúmeros palpites caberá somente a ele próprio a decisão final. “Quando eu receber, vou tomar a decisão. Ou seja, todo mundo já deu palpite no caso Battisti. Agora, a decisão é minha. Na hora que eu tiver eu digo para vocês”, destacou, após votar na eleição do PT, na sede do Diretório Nacional do partido, em Brasília.

Em entrevista a jornalistas em Salvador, na última sexta-feira (20), o presidente já havia se posicionado sobre a sua decisão. “Esse não é um assunto que eu possa ficar insinuando o que eu vou fazer. Eu tenho que fazer, vou fazer, e quando eu fizer toda a imprensa brasileira vai saber”, destacou.

Acusado e condenado à revelia na Itália pela autoria de quatro homicídios na década de 1970, quando integrava a organização Proletários Armados para o Comunismo (PAC), Battisti cumpre prisão preventiva em Brasília desde 2007.

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