Sim. Nós temos um jornalismo independente. Apesar de tantos pesares: assassinatos de jornalistas, perseguições violentas, demissões por interesses espúrios dos grupos ricos. A liberdade de um jornalismo independente hoje é usufruto das atividades políticas de Tiradentes – Herói Nacional com nome escrito no Livro de Aço do Panteão da Liberdade e da Liberdade Tancredo Neves em Brasília, capital do Brasil. Um exemplo de brasileiro a ser seguido por todos, não entregou seus companheiros à morte para deliciar-se dos sobejos da Coroa.
É imprescindível diferenciar a hierarquia da obediência promíscua e aviltante promovida nas circunstâncias onde gritam os interesses particulares ou de grupos em detrimento da verdade. Inconfidência significava traição aos interesses do Rei ou quebra da confiança obtida do Reino. Faltar com a verdade é a real inconfidência contra a sociedade, à qual, sempre credita aos textos, imagens e fatos elementos incontestáveis da verdade.
A liberdade de imprensa se fundamenta no caráter do profissional compromissado com a verdade e é depreciada quando o mau profissional se arvora a alimentar-se da carne dos que avilta com suas linhas envenenadas. Jornalismo independente emana do bom profissional de comunicação; é como o emanar da democracia do povo, sustentando a independência conquistada na força da virtude real dos heróis nacionais de Joaquim José da Silva Xavier a Tancredo Neves, entregaram suas vidas no exercício de defesa da opinião na qual batiam seus corações. Caetano Barata – 21 de Abril de 2012 – 220 anos após a Inconfidência brasileira em Minas.
Caetano Barata – Poeta, ativista cultural em Simões Filho e Conselheiro do CEPA



















