Cotidiano pós greve da PM


Após a greve da PM, atravessei Salvador e inexplicavelmente, onde em dias “normais” haveria gente animada, música alta e trânsito intenso, a Cidade de Tomé de Sousa estava completamente deserta. Um verdadeiro prejuízo para empresários rodoviários, comerciários e ambulantes. A LiP – a qual batizei de Ligação Inferno Perdido, hoje não tinha seus usuários comuns: embriagados, pedintes vários, incapazes, de todas as tribos, vestidos de preto ou a caráter. Sumiram todos. Um ambiente público fétido, onde o chão é impraticável pisar, uma mistura de lodo, lama imiscuída num líquido incolor. Lamentavelmente um abandono social, político e cultural.

A pista da paralela recebe um novo chão, uma nova carapinha de asfalto um fluir de carros tranquilo, apesar de apenas parte das 3 pistas funcionarem. Rapidamente, sem piscar os olhos entrei no primeiro buzu, cadeiras vazias, no normal, as portas não fecham facilmente. Pensei, estou no ônibus errado!? Deus que desespero. Estou sentindo a ausência do “lobo do homem” empurrando para alcançar o melhor lugar, à frente.

E, ontem, 22 de abril, ninguém comemorou na Bahia, o aniversário do encontro do homem branco europeu com o índio indefeso. Foram milhões de brasileiros natos dizimados por diversos crimes internacionais. E, ainda presentearam o nativo com o status quo de preguiçoso.

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