Críticas à Gestão da Educação em Simões Filho


“O principal objetivo da Educação é criar pessoas capazes de fazer coisas novas e não simplesmente repetir o que as outras gerações fizeram.” (Jean Piaget)

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Enumerar problemas, enumerar críticas, enumerar soluções, enumerar sugestões. São os vários lados da qualidade do fazer política. O Sistema de Administração da Educação no Brasil, atualmente, é baseado na concepção participativa e democrática. Conselhos de Alimentação Escolar,  Nutricionistas, Psicólogos, Conselhos Escolares, fazem parte desta nova concepção; conceitos tornados reais pelos Cristovam Buarque e Fernando Haddad; inclusive, a construção do Plano Político Pedagógico está democratizada. Isto é, todo cidadão tem o direito e o dever, concomitante de participar, opinando se tiver competência e tomar conhecimento num evidente fazer democrático.

É inevitável, apesar de Shakespeare, em O Menestrel, nos conduzir a não comparar as pessoas; nós sempre fazemos comparações. Evitando fazer comparações entre pessoas, nós as comparamos, erradamente com ideias não concretas. Na minha graduação em Pedagogia foi costumeira a questão sobre quem deve assumir a Gestão Pública Escolar. Certamente, já escrevi esta concepção em outros textos, o problema da Educação Escolar não reside na graduação do administrador público. O próprio nome já responde, questões administrativas. No âmbito da Gestão Escolar, é evidente, a formação acadêmica para a prática da docência pertence ao profissional competente e oriundo da academia pertencente ao mesmo. A família deve responder pelo interesse dos filhos em participarem no mínimo das atividades propostas pelo Mais Educação; e, às pessoas da comunidade onde a Escola está inserida, a obrigação de fiscalizar as ações e às prestações das contas, não somente, da qualidade ou regularidade da alimentação (o que é regularidade?), quando sai macarrão todos os dias ou quando sai biscoito raramente. A quem recorrer? Conselho de Alimentação Escolar.

Quando lidamos com a verdade é possível perceber a qualidade das críticas ou acusações. Quando estamos de má-fé, aceitamos as acusações sem darmos direito ao menos do outro posicionar-se, defendendo-se ou expondo as suas considerações. É um fato, a verdade é uma ideia. As críticas sem fundamentação caem rapidamente, não provocando desgastes naqueles estribados na verdade. Em se tratando de Educação na cidade de Simões Filho, evitemos as comparações. Não é inteligente criticar o trabalho da Secretaria de Educação, a administradora Verônica Anatólio, à frente, aproximadamente 2 anos, onde a Secretaria tem uma grande lista de ações. Enquanto, as críticas forem dirigidas às questões com soluções, está evidente que a prática educativa na Gestão da Educação da Secretária Verônica Anatólio estabelece-se. Hoje, já não cabe mais direcionar a responsabilidade ou a culpa para a Gestão, a participação é democrática. O difícil é responder a pergunta: Qual é o grande desafio da atual Gestão da Educação no município? E expor a solução…

Caetano Barata – Poeta, ativista cultural em Simões Filho, Conselheiro do CEPA, Pedagogo formado pela UNIME/Lauro de Freitas e estudante de Direito na UNIFASS/APOIO.

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