Em defesa do amor a Thalles Roberto


thallesPesquisando sobre tortura e violência psicológica para minha pesquisa acadêmica, encontro na atualidade um estudo de caso bastante interessante, a forma como está sendo tratada as palavras do cantor Thalles Roberto. O resultado é no mínimo triste, quando procuramos, “o amor de Cristo que excede todo conhecimento” (Ef. 3:19), amor nos comentários escritos e nos vídeos não existe. Uma  violência psicológica lancinante, nunca vista antes…

O resultado foi praticamente o mesmo que foi delineado na minha pesquisa. A tortura e a violência psicológica consistem em diminuição de um argumento e utilização de outro com sua ampliação devidamente caracterizada pela falibilidade do outro argumento. Isto é, se quem confessa e deixa alcança misericórdia? Quais são as formas de efetuar esta compreensão de forma a amar e produzir arrependimento? Estas foram as disposições de Jesus. Tomemos Jesus como exemplo, pois se tomarmos pastores ou mesmo o apóstolo Paulo encontraremos neles decisões contrárias as de Cristo. Lembrando que o próprio apóstolo Paulo afirmou, digo eu, não o Senhor.

Quando Jesus foi colocado diante da mulher encontrada em adultério, os escribas citavam a lei para produzir em Jesus a mesma descrição da Lei Judaica: matar. A misericórdia emanada por Jesus foi a unção derramada naquele momento, ainda que os autores, se utilizem da figura de linguagem da alegoria, dando crédito às inscrições do Autor da Vida como a motivação da fuga dos algozes da mulher. Ainda que ninguém saiba o que realmente Jesus escreveu…

É possível fazer citação de dezenas de versículos para condenar o pecador e fazê-lo convicto de que o mesmo não possui dignidade para salvar-se, esquecendo-se de citar Isaías 1:18: “Ainda que os vossos pecados sejam como o escarlate, eles se tornarão alvos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão brancos como a lã”. Isto, pois, Jesus veio para dar vida e vida com abundância. Quando o homem cair (pecar), ele não ficará prostrado, pois, fiel é Deus que o chamou. Mas, atualmente não se atenta ao que Davi pediu a Deus (1Cr 21:13) diante de seu pecado: “É grande a minha angústia! Prefiro cair nas mãos do Senhor, pois é grande a sua misericórdia, e não nas mãos dos homens”.

O mesmo é para todos, afinal, não existe categoria de pecadores. Quando os sacerdotes comem a gordura da ovelha (descrição do Antigo Testamento), no Novo Testamento a Graça superabunda… (Rm 5:20). Se, um pobre pecador convicto e confesso segue suas paixões e comete pecado… O espírito de Paulo os entrega a satanás. Mas, a Igreja santa, sem mácula e sem ruga, Ela ama e perdoa o pecador, cercando-o de oração, intercessão, jejuns e súplicas para que aquela alma não se perca… As denominações da teologia brasileira precisam rever seus discursos!

Um pastor que não usa a palavra misericórdia! Serve-nos como alerta de que, o amor icabô, pode ser um índice de que sem estar ligada a videira verdadeira não dará o fruto na estação certa. A estação do momento é perdoar o pecador. A ação de julgar, condenar e encaminhar à perdição ou ao inferno não é a estação deste momento. Thalles Roberto da Silva, muitos já foram presos, muitos já foram acusados injustamente, muitos já foram mal interpretados, alguns já foram indiciados na lei deste século, muitos já cometeram pecados diversos. Todos os cristãos continuam de pé: fiel é Deus para os guardar até o dia da redenção. Ainda que muitos homens declarem imprecações e maldições, estes todos, são homens pecadores, falíveis.

Quanto a nós, também, pecadores, devemos temer a Deus, aquele a quem tem poder para julgar e lançar no inferno. Em Lucas 12:5, foi a instrução de Jesus: “Mas eu vos mostrarei a quem deveis temer; temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno; sim, vos digo, a esse temei”. Quem o chamou, quem o redimiu, quem o guarda, quem o levanta se o cair, quem o consola se aflito é a este a quem deve ser devotada a adoração. Levanta e anda! Se esconde debaixo do sangue do SANTO CORDEIRO.

Caetano Barata – Poeta, ativista cultural em Simões Filho/Ba, Conselheiro do CEPA (http://www.cepabrasilba.org.br/). Pedagogo formado pela UNIME/Lauro de Freitas e estudante de Direito na UNIFASS/APOIO. Escreve em http://www.simoesfilhoemfoco.com.br

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