As lideranças preferem O Príncipe


maquiavelO homem mediano já estudou a composição da função de liderança e as suas características. Evidentemente, temos condições naturais de diferenciarmos um líder e um chefe. As abordagens produzidas em O príncipe, Maquiavel demonstra alguns estratagemas das quais todos os líderes devem tomar ciência para atuar enquanto líder ou chefe.

“Aquelas crueldades nós podemos dizer são bem empregadas, se é permitido falar bem de coisas malignas, que são feitas de uma vez por todas pela necessidade de autopreservação e não são continuadas a seguir, mas só o suficiente para modificar a vantagem do governado. Crueldades mal impostas, por outro lado, são aquelas que começam pequenas e aumentam, ao invés de diminuir com o tempo. Ferimentos, por tanto, devem ser causados de uma vez, para que seu sabor seja menos duradouro e menos ofensivo, enquanto que benefícios devem ser conferidos pouco a pouco, de modo que eles sejam completamente saboreados. ”

Maquiavel, em linhas gerais, descreve ações necessárias a permanência no poder. Ações concretas de maldades, ameaças, formam imediatamente, no subconsciente dos liderados a condição de domínio necessária para manutenção do poder pelo líder. Enfatiza, “E notem aqui que homens devem ser tratados bondosamente ou definitivamente destruídos, mas não agravados. Onde um machucado que nós fazemos a um homem deve ser de um tipo que não deixe nenhum medo de revanches”.

Caetano Barata – Poeta, ativista cultural em Simões Filho/Ba, Conselheiro do CEPA. Pedagogo formado pela UNIME/Lauro de Freitas e estudante de Direito na UNIFASS/APOIO. Escreve emhttp://www.simoesfilhoemfoco.com.br ehttp://www.cepabrasilba.org.br

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